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Aquele Que Corrói o Mais Terno

The Black Dahlia Murder

That Which Erodes The Most Tender

Won't you rest your ruined head my weary child
This would twas not for thee
I send you now the promised land
Not one breath did you heave stilly born

Unto this earth sleeping so soundly in my arms
A slug-like trail of ochre fluids where we've danced
The sun is setting now I hold a modest hand in vain
My lung emit a sigh
What fiend would take these tiny eyes and show them to the dark
Gods just a lie

Never born into this den of sin
That which erodes the most tender of things
After the eve have fallen
The lights are sinking low
Shadows would hide that life
In him could never grow

A hollow gaze peers from the cradle black
Imagining his shining eyes just sockets staring back
Witness the baptism skeletal the world would shun
Reject the purest form of love
A mother to her son

I proceed to nurse him
I could almost smile
I entertain the notion
That he did live this while
But he's dead to this world
Carved out just like my heart
Soaked up and washed so lovingly
Cherished son unconditionally

In our secret world alone
Situation delecate crudely frowned upon
In our sacred love undone

Never born into this den of sin
That which erodes the most tender of things
After the eve has fallen
The lights are sinking low
Shadows would hide that life
In him could never grow

A hollow gaze peers from the cradle black
Imagining his shining eyes just sockets staring back
Witness the baptism skeletal the world would shun
Reject the purest form of love
A mother to her putrid rotting son

Aquele Que Corrói o Mais Terno

Não quer descansar sua cabeça arruinada, meu filho cansado
Isso não era pra você
Agora te envio a terra prometida
Nem um suspiro você deu, tão silencioso nasceu

Nesta terra, dormindo tão profundamente em meus braços
Um rastro viscoso de fluidos ocres onde dançamos
O sol está se pondo agora, eu seguro uma mão modesta em vão
Meu pulmão solta um suspiro
Que demônio tomaria esses olhinhos e os mostraria à escuridão
Deuses, só uma mentira

Nunca nascido neste antro de pecado
Aquele que corrói as coisas mais ternas
Depois que a noite caiu
As luzes estão se apagando
Sombras esconderiam essa vida
Que nele nunca poderia crescer

Um olhar vazio espreita do berço negro
Imaginando seus olhos brilhantes, apenas órbitas encarando de volta
Testemunhe o batismo esquelético que o mundo rejeitaria
Rejeitar a forma mais pura de amor
Uma mãe para seu filho

Eu sigo cuidando dele
Quase consigo sorrir
Alimento a ideia
De que ele viveu isso tudo
Mas ele está morto para este mundo
Esculpido como meu coração
Encharcado e lavado tão amorosamente
Filho querido incondicionalmente

Em nosso mundo secreto, sozinhos
Situação delicada, grosseiramente desaprovada
Em nosso amor sagrado, desfeito

Nunca nascido neste antro de pecado
Aquele que corrói as coisas mais ternas
Depois que a noite caiu
As luzes estão se apagando
Sombras esconderiam essa vida
Que nele nunca poderia crescer

Um olhar vazio espreita do berço negro
Imaginando seus olhos brilhantes, apenas órbitas encarando de volta
Testemunhe o batismo esquelético que o mundo rejeitaria
Rejeitar a forma mais pura de amor
Uma mãe para seu filho podre e em decomposição

Composição: The Black Dahlia Murder, Trevor Strnad, Brian Eschbach