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Cecília e o Saloon da Silhueta

The Blood Brothers

Cecilia And The Silhouette Saloon

murder = white out.
cancer = birth blouse.
mirror = perfect glass spouse.
oil = sex paint.
shower = water saint.
Death decodes the howls from our hands.
skull = noise nest.
TV = fuck test.
mirror = siamese gun kiss.
sugar = birth bait.
murder = loves fate.
death distills the camouflage from our dance.
death inverts the red from romance.
Death x-rays the angels of chance.
death; the anti mirror of infants.
Like a picture hiding beneath the digital Avalanche.
When cecilia's grave cracked like a dirt cacoon,
she pulled up a stool at the silhouette saloon.
The player piano mumbling crippled jigs,
black widows knitting victimless wigs.
When cecilia's throat slit like a second set of lips
she drooled braille bibles onto the brothel bed spread,
like an egg whose yoke defies child bearing hips.
Like a ghost who fears all of the deceased and dead.
(time eats the flesh and spits out the shadow like a useless wishbone.)
But that locket spinning around her neck,
whose hearth heats a dead valentine,
you know the phantom trail leads way to a muted grave.
Where is his voice now?
A dead tone in the flutter of drunken wings,
Where is his blushed cheek now,
A face unraveled in shadow, veiled in blind laughter.
Where are those sex ripened lips,
his kiss print still warm on several necks.
Where is love now?

murder = white out.
cancer = birth blouse.
mirror = perfect glass spouse.
oil = sex paint.
shower = water saint.
Death decodes the howls from our hands.
skull = noise nest.
TV = fuck test.
mirror = siamese gun kiss.
sugar = birth bait.
murder = loves fate.
death distills the camouflage from our dance.
death inverts the red from romance.
Death x-rays the angels of chance.
death; the anti mirror of infants.
Like a picture hiding beneath the digital Avalanche.

Cecília e o Saloon da Silhueta

assassinato = apagão.
câncer = blusa de nascimento.
mestre = cônjuge de vidro perfeito.
oil = tinta sexual.
ducha = santo da água.
A morte decifra os uivos de nossas mãos.
crânio = ninho de barulho.
TV = teste de foda.
mestre = beijo de arma siamesa.
sucre = isca de nascimento.
assassinato = destino do amor.
a morte destila a camuflagem de nossa dança.
a morte inverte o vermelho do romance.
A morte faz raio-x dos anjos da sorte.
a morte; o anti-mestre dos infantes.
Como uma imagem escondida sob a avalanche digital.
Quando o túmulo de cecília rachou como um casulo de terra,
elas puxaram um banco no saloon da silhueta.
O piano de cauda murmurando danças aleijadas,
vultos negros tricotando perucas sem vítimas.
Quando a garganta de cecília cortou como um segundo par de lábios
ela babou bíblias em braille sobre a colcha do bordel,
como um ovo cujo gema desafia quadris de parto.
Como um fantasma que teme todos os falecidos e mortos.
(o tempo come a carne e cospe a sombra como um osso inútil.)
Mas aquele medalhão girando em seu pescoço,
cujo coração aquece um valentine morto,
você sabe que a trilha fantasma leva a um túmulo silenciado.
Onde está a voz dele agora?
Um tom morto no bater de asas bêbadas,
Onde está a bochecha corada dele agora,
um rosto desfeito na sombra, velado em risadas cegas.
Onde estão aqueles lábios maduros de sexo,
seu beijo ainda quente em vários pescoços.
Onde está o amor agora?

assassinato = apagão.
câncer = blusa de nascimento.
mestre = cônjuge de vidro perfeito.
oil = tinta sexual.
ducha = santo da água.
A morte decifra os uivos de nossas mãos.
crânio = ninho de barulho.
TV = teste de foda.
mestre = beijo de arma siamesa.
sucre = isca de nascimento.
assassinato = destino do amor.
a morte destila a camuflagem de nossa dança.
a morte inverte o vermelho do romance.
A morte faz raio-x dos anjos da sorte.
a morte; o anti-mestre dos infantes.
Como uma imagem escondida sob a avalanche digital.

Composição: Cody Votolato, Jordan Blilie, Mark Gajadhar, Johnny Whitney, Morgan Henderson