I Know Where The Canaries And Crows Go
Why can't we let our mouths devour each other?
Why can't we turn those miles into inches,
letters into breath, years into seconds?
(We always said we'd return to the candy coated jungle.)
we always said that we would return
to see what kind of orchird our heart seeds grew.
I know where the canaries go.
I know where the crows go.
So pick up the fucking phone.
I sent you a letter just the other day my friend, It said
"tonight my body is crucified across the carcus that our love grew.
Tonight black feathers float from the sky like it's raining lies.
Tonight my lungs are hanging from a telephone wire,
choking on the broken digits of a dial tone.
(Tonight telephone booths and trucks gawk
as my ribcage snaps and snarls like a venus fly trap.)
Where did our hearts go?
Where did our hearts go?
Where did the crows go?
Our mouths are limp mouths.
We said we'd return for our petrified hearts
put our name to the parchment made a pact in the dark.
Guaze gagged beaks may pump
and beat but sealed inside are secrets screaming to speak,
(So open up your chest and let the birds free.
So meet me under the deserted desert tree.
We'll eat sand crumpets and drink cactus tea,
well pretend this dirt is sea.)
We ate the white from the wedding,
ate the sheets from the bedding,
ate the smiles off our children,
ate the leather off our birth skin.
Have we wasted our whole lives
sucking candy coated bullets from the chemical gun?
Every car that passes on this crooked highway bears your face on it's grill.
Every headlight casts your shadow onto my open hear vigil.
I know where the canaries go.
I know where the crows go.
They go into fucking skeletons.
Eu Sei Onde Vão os Canários e os Corvos
Por que não podemos deixar nossas bocas se devorarem?
Por que não podemos transformar essas milhas em polegadas,
letras em respiração, anos em segundos?
(Sempre dissemos que voltaríamos para a selva coberta de doce.)
sempre dissemos que voltaríamos
para ver que tipo de orquídea nossas sementes de coração cresceram.
Eu sei onde vão os canários.
Eu sei onde vão os corvos.
Então pega o telefone, porra.
Eu te mandei uma carta só outro dia, meu amigo, dizia
"hoje à noite meu corpo está crucificado sobre o cadáver que nosso amor cresceu.
Hoje à noite penas pretas flutuam do céu como se estivesse chovendo mentiras.
Hoje à noite meus pulmões estão pendurados em um fio de telefone,
se engasgando com os dígitos quebrados de um tom de discagem.
(Hoje à noite, cabines telefônicas e caminhões ficam olhando
enquanto minha caixa torácica estala e rosna como uma planta carnívora.)
Onde foram nossos corações?
Onde foram nossos corações?
Onde foram os corvos?
Nossas bocas estão murchas.
Dissemos que voltaríamos por nossos corações petrificados
colocar nosso nome no pergaminho, fizemos um pacto no escuro.
Bicos amordaçados de gaze podem bombear
e bater, mas selados dentro estão segredos gritando para falar,
(Então abra seu peito e deixe os pássaros livres.
Então me encontre debaixo da árvore do deserto abandonado.
Vamos comer bolinhos de areia e beber chá de cacto,
vamos fingir que essa terra é mar.)
Nós comemos o branco do casamento,
comemos os lençóis da cama,
comemos os sorrisos de nossas crianças,
comemos o couro da nossa pele de nascimento.
Será que desperdiçamos nossas vidas inteiras
sugando balas cobertas de doce da arma química?
Cada carro que passa por essa estrada torta tem seu rosto na grade.
Cada farol projeta sua sombra sobre meu vigília de coração aberto.
Eu sei onde vão os canários.
Eu sei onde vão os corvos.
Eles vão para esqueletos, porra.
Composição: Cody Votolato, Jordan Blilie, Mark Gajadhar, Johnny Whitney, Morgan Henderson