Engine 143
Along came the F15, the swiftest on the line,
running o'er the C&O road just twenty minutes behind,
running into Cevile, head porters on the line,
receiving their strict orders from a station just behind.
Georgie's mother came to him with a bucket on her arm,
saying, " My darling son, be careful how you run.
For many a man has lost his life in trying to make lost time,
and if you run your engine right, you'll get there just on time."
Up the road he darted, against the rocks he crushed,
upside down the engine turned and Georgie's breast did smash,
his head was against the firebox door, the flames are rolling high.
"I'm glad I was born for an engineer to die on the C&O road."
The doctor said to Georgie, "My darling boy, be still,
your life may yet be saved, if it is God's blessed will."
"Oh no," said George, " that will not do, I want to die so free,
I want to die for the engine I love, one hundred and forty three."
The doctor said to Georgie, " Your life cannot be saved,
murdered upon a railroad and laid in a lonesome grave."
His face was covered up with blood, his eyes they could not see,
and the very last words poor Georgie said,
was, "Nearer, my God, to Thee."
Locomotiva 143
Veio o F15, o mais rápido da linha,
passando pela estrada C&O, só vinte minutos atrasado,
chegando em Cevile, os carregadores na linha,
recebendo ordens rigorosas de uma estação logo atrás.
A mãe do Georgie veio até ele com um balde no braço,
dizendo: "Meu querido filho, cuidado como você corre.
Pois muitos homens perderam a vida tentando recuperar o tempo perdido,
e se você guiar sua locomotiva direito, vai chegar na hora certa."
Pela estrada ele disparou, contra as pedras ele se esborrachou,
a locomotiva virou de ponta-cabeça e o peito do Georgie se esmagou,
a cabeça dele estava contra a porta da caldeira, as chamas subindo alto.
"Estou feliz por ter nascido para um engenheiro morrer na estrada C&O."
O médico disse ao Georgie: "Meu querido garoto, fique calmo,
sua vida pode ser salva, se for a vontade de Deus."
"Oh não," disse George, "isso não vai rolar, eu quero morrer livre,
quero morrer pela locomotiva que amo, cento e quarenta e três."
O médico disse ao Georgie: "Sua vida não pode ser salva,
morto em uma ferrovia e enterrado em um túmulo solitário."
Seu rosto estava coberto de sangue, seus olhos não podiam ver,
e as últimas palavras do pobre Georgie foram:
"Mais perto, meu Deus, de Ti."
Composição: A.p. Carter