Maturating Decompositional Gas
The fetid menage of wafting flatus
Singe my palate with nauseating rot
This stale concoction of postmortem brew
Inundate nasal passages with snot
Grotesque reaction
Huff the carcass
Odiferous putrefaction
Airborne bacteria lodge in my sinuses
Tickle the back of my throat with decay
Violently retching, coughing up phlegm
Laced with acrid cadaveric waste
Reddened eyes sore from maturating odor
Repugnant air currents of flavor so vile
The sour fetor assaults my taste buds
I regurgitate vitriolic bile
Dank perfume
Necrotic gas
Reeking plumes
Medical examiners scramble for air
Menthol cream mustaches stave off the stench
Gusts of mephitis breach ventilation hoods
The musty rank tang makes my stomach lurch
Sniff the stiff
Effusing mold
Corrosive whiff
The fog of dissection
Postmortem haze
Tear-inducing gas
Leave me in a daze
[Solo: snorting necrotic funk, high on the choking musk]
A retching chorus scores the morgue
Carcass is swollen with bactericidal activity
Eructing its final funeral dirge
Sputtering the crescendo of its redolent symphony
Sickening zephyrs
Bouquet of stink
Pungent resins
Weeping meat expels a foul fragrance
Baptizing us in a spicy caress
The cadaver belly, distended and bloated
Collapses into a burping, bubbling mess
Carrion vapor seeps from necrotic tissue
Effervescing with puddles of cocktailed juice
It eddies and swirls, churns and foams
Before scraping down the drainage sluice
Noxious chemical hazard
Reeking human offal
Miasma so rancid and caustic
Virulent murk most awful
Stagnant decedent a jellied clump
Organic refuse heap host to rot
Pathological rebellion of bacteria
Vitiates the viscera refusing to stop
Gás Decomposicional em Maturação
A fedida mistura de flatos que flutuam
Queimando meu paladar com um podre nauseante
Essa mistura velha de um breu pós-morte
Inunda as passagens nasais com meleca
Reação grotesca
Inala a carcaça
Putrefação odiosa
Bactérias no ar se alojam nos meus seios
Fazendo cócegas na parte de trás da minha garganta com a decomposição
Vomitando violentamente, tossindo catarro
Misturado com o ácido resíduo cadavérico
Olhos avermelhados, ardendo com o odor em maturação
Correntes de ar repugnantes de um sabor tão vil
O fedor azedo ataca minhas papilas gustativas
Eu regurgito bile vitriólica
Perfume mofado
Gás necrótico
Nuvens fétidas
Médicos legistas se debatem por ar
Bigodes de creme mentolado afastam o fedor
Rajadas de mefítico rompem capôs de ventilação
O gosto mofado e rançoso faz meu estômago revirar
Cheire o rígido
Exalando mofo
Cheiro corrosivo
A névoa da dissecação
Névoa pós-morte
Gás que faz chorar
Deixa-me atordoado
[Solo: fungo necrótico, chapado com o almíscar sufocante]
Um coro de ânsia marca o necrotério
A carcaça está inchada com atividade bactericida
Eructando seu último canto fúnebre
Sputando o crescendo de sua sinfonia redolente
Zéfiros nauseantes
Buquê de fedor
Resinas pungentes
Carne chorando expulsa uma fragrância fétida
Batizando-nos com um toque picante
A barriga do cadáver, distendida e inchada
Colapsa em uma bagunça borbulhante e arrotante
Vapor de carniça vaza de tecido necrótico
Efervesce com poças de suco misturado
Ele se agita e gira, se revolvendo e espumando
Antes de escorregar pelo dreno
Perigo químico nocivo
Restos humanos fétidos
Miasma tão rançoso e cáustico
Névoa virulenta mais horrível
Defunto estagnado, um bloco gelatinoso
Montanha de lixo orgânico, hospedeiro da podridão
Rebelião patológica de bactérias
Vicia as vísceras que se recusam a parar