Chapter VI: Cultists On Board
Cook was nearly deaf,
was a sterling chef
though he did enjoy
his drink.
He died how he lived,
with his whisk and sieve
and his head inside
the sink.
Tony was the mate.
He was 28.
Was the finest friend
I had.
Run through with a sword
and tossed overboard.
Who is gonna tell
his dad?
It's no big surprise.
Everybody dies.
That's small consolation to me now.
Chin up, buttercup, when your number's up.
Now my life is flashing right before my teary world-weary eyes.
Steven, Kat, the rest
trapped inside the mess
won't go down without
a fight.
Burning through the lock,
you're in for a shock
when the petrol drums
ignite.
It's no big surprise.
Everybody dies.
Though this isn't quite the way that I thought I would go.
Seems my number's up.
Why should I be different from the rest?
The deal's the same for everybody. Everybody dies.
Capítulo VI: Cultistas a Bordo
O cozinheiro quase surdo,
era um chef de primeira
mas ele gostava
de beber.
Morreu como viveu,
com seu batedor e peneira
e a cabeça dentro
do tanque.
Tony era o parceiro.
Tinha 28 anos.
Era o melhor amigo
que eu tive.
Furado por uma espada
e jogado ao mar.
Quem vai contar
ao pai dele?
Não é nenhuma surpresa.
Todo mundo morre.
Isso não é grande consolo pra mim agora.
Levanta a cabeça, flor, quando chegar a sua vez.
Agora minha vida tá passando bem diante dos meus olhos cansados e cheios de lágrimas.
Steven, Kat, o resto
presos na confusão
não vão desistir sem
lutar.
Queimando a fechadura,
você vai levar um susto
quando os barris de gasolina
pegarem fogo.
Não é nenhuma surpresa.
Todo mundo morre.
Embora não seja bem assim que eu pensei que iria acabar.
Parece que chegou a minha vez.
Por que eu deveria ser diferente dos outros?
O jogo é o mesmo pra todo mundo. Todo mundo morre.
Composição: Toren Atkinson, Jordan Pratt, Bob Fugger, Warren Banks