Dirty Weather
The last thing I remember was s spot of dirty weather and the captain yelling through his beard!
The next time I saw sunlight, face and fingers didn't feel right! There was a pint of briny stowed in either ear!
Bits of boat and sail confused a glassy sea. Though much abused, the tempest, in the end, had let me live!
Drifting cold and dead, the captain's sideboard knocked against my head! Inside were rum and a soaking crust of bread!
Oh!
Hey-ho for the captain's sideboard!
Hey-ho for the captain's sideboard!
Come evening time a reddened eye gazed down and set the seas awry. The stirring surge revealed a thick-tongued cry!
Not alone; a bubbling moan! I likened it to pale-blue toes... Just there! A pale-blue face o'er pale-blue bones!
Oh!
Hey-ho it's the corpse of Feyrac!
Hey-ho it's the corpse of Feyrac!
The semi-buoyant frist-mate had expired, met dampened fate! But hi blinked and swam, at least, a mortal rate...
He beckoned me, where could I run? He asked if I knew how far he'd come. The captain had sent him up to fetch the rum!
Oh!
Hey-ho, for the dead are thirsty!
Hey-ho, for the dead are thirsty!
I wondered if a ghost could drink the ghost of rum, for the bottle tinkled clear and empty; I was long since done.
He waited there, I scratched my hair; I needed rum but how and where? I longed to cut away but hardly dared!
Old Feyrac's drowned and swimming face implied the course was clear. My fate was death at sea, and I was late.
So standing, knife in hand, I plunged the blade into my stomach and the fount was bottled up, as Feyrac planned.
Oh!
Hey-ho, for the dead are thirsty!
Hey-ho for the ghost of Feyrac!
Hey-ho for the corpse of Feyrac!
Hey-ho for the captain's sideboard!
And I went to join my Captain!
And I went to join my Captain!
And I went to join my Captain!
Tempo Sujo
A última coisa que lembro foi um pedaço de tempo sujo e o capitão gritando pela barba!
Na próxima vez que vi a luz do sol, meu rosto e dedos não estavam certos! Tinha um pint de salmoura guardado em cada orelha!
Pedaços de barco e vela confundiam um mar liso. Embora muito maltratada, a tempestade, no final, me deixou viver!
Flutuando frio e morto, o armário do capitão bateu na minha cabeça! Dentro tinha rum e uma crosta de pão encharcada!
Oh!
Ei, ei, pelo armário do capitão!
Ei, ei, pelo armário do capitão!
Quando chegou a noite, um olho avermelhado olhou pra baixo e bagunçou o mar. A onda agitada revelou um grito de língua grossa!
Não estava sozinho; um gemido borbulhante! Comparei a isso a dedos azul-pálido... Bem ali! Um rosto azul-pálido sobre ossos azul-pálido!
Oh!
Ei, ei, é o corpo de Feyrac!
Ei, ei, é o corpo de Feyrac!
O primeiro imediato semi-flutuante tinha expirado, encontrou um destino molhado! Mas ele piscou e nadou, pelo menos, numa taxa mortal...
Ele me chamou, pra onde eu poderia correr? Perguntou se eu sabia quão longe ele tinha vindo. O capitão o mandou buscar o rum!
Oh!
Ei, ei, pois os mortos estão sedentos!
Ei, ei, pois os mortos estão sedentos!
Eu me perguntei se um fantasma poderia beber o fantasma do rum, pois a garrafa tilintava clara e vazia; eu já tinha acabado há muito.
Ele esperou ali, eu cocei meu cabelo; eu precisava de rum, mas como e onde? Eu ansiava por cortar laços, mas mal me atrevia!
O rosto afogado e nadante do velho Feyrac implicava que o caminho estava claro. Meu destino era a morte no mar, e eu estava atrasado.
Então, de pé, faca na mão, cravei a lâmina no meu estômago e a fonte foi contida, como Feyrac planejou.
Oh!
Ei, ei, pois os mortos estão sedentos!
Ei, ei, pelo fantasma de Feyrac!
Ei, ei, pelo corpo de Feyrac!
Ei, ei, pelo armário do capitão!
E eu fui me juntar ao meu Capitão!
E eu fui me juntar ao meu Capitão!
E eu fui me juntar ao meu Capitão!