Blues for Ceaucescu
Well, hello
You can no longer depend on the land in which you were born
You can no longer depend on any land in which you choose to place yourself
You can no longer depend on the bed in which you lie by night
Or the room in which you sit by day
You can no longer depend on the pillow on which you lay your head
You can no longer depend on your lover for anything
You can no longer depend on the existence of silence in your mind when you close your eyes
Go to England, baby raper, false economist
Call yourself King Charles III
Nobody will notice
Nobody will be alarmed
There is no constitution
Go! Goodbye!
Goodbye!
He's shining brightly, he can't be a man
He is the genius of the Carpathians
He's running checks on his mother's womb
He's gonna be reborn real soon
Ciao, Ceaușescu! Ciao, Ceaușescu! Ciao, Ceaușescu!
Goodbye, goodbye, goodbye, goodbye!
Well, golly gee! Oh my gosh, I never!
Regina, Regina rubs her thighs together
She made three wishes and they all came true
The middle one ended in a W
The first one began with a kiss kiss kiss
The last one ended in a pulverized fist
(And don't forget, I need sleep—I don't get no sleep)
Meanwhile in London, things stay the same
The untenable must be maintained
Who's that knocking down my back door?
It's the same baldheaded, bug-eyed male whore
Ciao, Ceaușescu! Ciao, Ceaușescu! Ciao, Ceaușescu!
Goodbye, goodbye, goodbye, goodbye!
In the dingy Irish orphan's home
Dickie Mountbatten licks the alchemist's bone
It's done in strict official secrecy
God, I love living in a democracy!
I really do! I do! I really do!
I love you! I love you!
He's shining brightly, he can't be a man
He is the genius of the Carpathians
He's running checks on his mother's womb
Hey, look out below, he's gonna drop in again soon!
Ciao, Ceaușescu! Ciao, Ceaușescu! Ciao, Ceaușescu!
Goodbye, goodbye, goodbye, goodbye!
Goodbye, goodbye, goodbye, goodbye!
Give thanks!
Blues para Ceaușescu
Bem, olá
Você não pode mais contar com a terra onde nasceu
Você não pode mais contar com qualquer terra onde escolher se colocar
Você não pode mais contar com a cama onde deita à noite
Ou o quarto onde senta durante o dia
Você não pode mais contar com o travesseiro onde apoia a cabeça
Você não pode mais contar com seu amante para nada
Você não pode mais contar com a existência do silêncio na sua mente quando fecha os olhos
Vá para a Inglaterra, seu estuprador, falso economista
Chame a si mesmo de Rei Charles III
Ninguém vai notar
Ninguém vai se alarmar
Não há constituição
Vá! Adeus!
Adeus!
Ele brilha intensamente, não pode ser um homem
Ele é o gênio dos Cárpatos
Ele está checando o útero da mãe
Ele vai renascer bem em breve
Ciao, Ceaușescu! Ciao, Ceaușescu! Ciao, Ceaușescu!
Adeus, adeus, adeus, adeus!
Bem, caramba! Oh meu Deus, nunca!
Regina, Regina esfrega as coxas
Ela fez três desejos e todos se realizaram
O do meio terminou com um W
O primeiro começou com um beijo beijo beijo
O último terminou com um punho pulverizado
(E não esqueça, eu preciso dormir—não consigo dormir)
Enquanto isso, em Londres, as coisas continuam as mesmas
O insustentável deve ser mantido
Quem está batendo na minha porta dos fundos?
É o mesmo prostituto careca e de olhos esbugalhados
Ciao, Ceaușescu! Ciao, Ceaușescu! Ciao, Ceaușescu!
Adeus, adeus, adeus, adeus!
Na casa de orfanato irlandesa e imunda
Dickie Mountbatten lambe o osso do alquimista
Está feito em estrita oficialidade secreta
Deus, eu amo viver em uma democracia!
Eu realmente amo! Eu amo! Eu realmente amo!
Eu te amo! Eu te amo!
Ele brilha intensamente, não pode ser um homem
Ele é o gênio dos Cárpatos
Ele está checando o útero da mãe
Ei, cuidado lá embaixo, ele vai aparecer de novo em breve!
Ciao, Ceaușescu! Ciao, Ceaușescu! Ciao, Ceaușescu!
Adeus, adeus, adeus, adeus!
Adeus, adeus, adeus, adeus!
Agradeça!
Composição: Cathal Coughlan