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A Canção do Brunceling

The Fatima Mansions

Brunceling's Song

James Jesus Angleton sells sunlamps door to door
in this so-called peacetime, even spooks fight to stay alive
I don't much like him, but I sit and mind his car
He says, "Brunceling, where to now?

This global suburb's ours..."

They said "adapt," and, sometime back, I think I snapped
but it's no big deal, I would not trade my luck
I have no system now, I just drift until I'm found;
"Brunceling, hand me down a new slogan", now:
PENURY HAS SET US FREE!
NOTHING, NOTHING, NOTHING IS TRUE
An assassin's bullet which has lodged in my neck
picks up Radio Kabul and it bores me to death--
NOTHING, NOTHING, NOTHING IS TRUE

"I know Khomeini, John Wilkes Booth and the Jackson 5,"
the old man roared as I poured him into his bed,
"Why, they control the bourbon runs from Bialystok to Brunei!
Brunceling, you're like me," he said
"They fear us cause we accept no blame
and we're too fucking old to change.
Too many hatreds for making amends.
Too many favours for friends of dead friends.
Oh, their mumbled thanks came cheap to them.
Too many marksmen on the knolls,
Too many alibis always to hold,
I'm a sad old joke; forget I spoke..."

OPEN THE VEIN, OPEN THE VEIN,
OPEN THE VEIN, WIDER THE VEIN
Let in more rain, let in more rain
SEVER THE PHONELINE, SEVER THE HEAD,
SEEING IN WHITE, GREEN, YELLOW AND RED
I think he's dead, I think he's dead
Nothing, nothing, nothing is true

Old friends now reject me for misjudgements I've made
Some are in power, some in flyover graves
Nothing, nothing, nothing is true
And tell me, stiff, whose little baby were you?

A Canção do Brunceling

James Jesus Angleton vende lâmpadas solares de porta em porta
neste chamado tempo de paz, até os espiões lutam pra sobreviver
Não gosto muito dele, mas fico de olho no carro dele
Ele diz: "Brunceling, pra onde agora?

Esse subúrbio global é nosso..."

Disseram "se adapte", e, há um tempo, acho que surtei
mas não é nada demais, eu não trocaria minha sorte
Não tenho mais sistema agora, só flutuo até ser encontrado;
"Brunceling, me passe um novo slogan", agora:
A MISÉRIA NOS LIBERTOU!
NADA, NADA, NADA É VERDADE
Uma bala de assassino que ficou presa no meu pescoço
pega a Rádio Cabul e me entedia até a morte--
NADA, NADA, NADA É VERDADE

"Eu conheço Khomeini, John Wilkes Booth e os Jackson 5,"
o velho rugiu enquanto eu o colocava na cama,
"Por que eles controlam o bourbon que vai de Bialystok a Brunei!
Brunceling, você é como eu," ele disse
"Eles nos temem porque não aceitamos culpa
e estamos velhos demais pra mudar.
Muita raiva pra fazer as pazes.
Muitos favores para amigos de amigos mortos.
Oh, os agradecimentos murmurados vieram baratos pra eles.
Muitos atiradores nas colinas,
Muitos álibis sempre a serem mantidos,
Sou uma piada triste; esqueça que eu falei..."

ABRA A VEIA, ABRA A VEIA,
ABRA A VEIA, MAIS LARGA A VEIA
Deixe entrar mais chuva, deixe entrar mais chuva
CORTA A LINHA TELEFÔNICA, CORTA A CABEÇA,
VENDO EM BRANCO, VERDE, AMARELO E VERMELHO
Acho que ele está morto, acho que ele está morto
Nada, nada, nada é verdade

Velhos amigos agora me rejeitam por erros de julgamento que cometi
Alguns estão no poder, outros em tumbas esquecidas
Nada, nada, nada é verdade
E me diga, rígido, de quem era seu bebezinho?