Evil Man
Born to refuse, and raised to exclude
Fed myths to disprove by post-colonial prudes:
The city was evil, some country was evil, the hippies were evil, the writers were evil, the homeless were evil, the workers were evil, the summer was evil, independence was evil
Grown and released with the heart of a thief
Wanting only to seek the very gentlest of streets where
nobody's evil, nobody's evil....
So easy to hate
Just look at the face
The nose in the clouds
The bulge in the brow
and the head on backwards
The need to escape all visible space
Continuous drift to depend and dismiss
and the head on backwards
(Evil, evil, weak and now feeble, evil, evil) Evil man!
(Evil, evil, we who would kneel, evil, evil) Evil man!
(Evil, evil, man we'll get even, evil, evil) Evil man!
(Evil, evil, we all know the reason, evil, evil) Evil man!
Here comes the fun
Blink and it's gone
See what you've won
The end's just begun
I am the demon, I am the demon...
The morning is hell
The night full of blood
Each sickening smell announces a flood
in a human holiday
No wall at the back
No light on the map
No fiction, no fact
no fibre now...chaff
in the human holiday
(Evil, evil, weak and now feeble, evil, evil) Evil man!
(Evil, evil, we who would kneel, evil, evil) Evil man!
(Evil demon, quit while you're even, evil, evil) Evil man!
(Evil, evil, we all know the reason, evil, evil) Evil man!
I'm clearing my desk
It's time for a rest
Tomorrow is dead, so the worms have been fed
with the head on thatwards
The washing of hands
The kissing of feet
The failure which brands
Nightmare without sleep
To any fool with a grievance, it's open season!
(Evil, evil, weak and now feeble, evil, evil) Evil man!
(Evil, evil, we who would kneel, evil, evil) Evil man!
(Evil, evil, quit while you're even, evil, evil) Evil man!
(Evil, evil, we all know the reason, evil, evil) Evil man!
Homem Maligno
Nascido pra recusar, e criado pra excluir
Alimentado por mitos pra desmentir por prudentes pós-coloniais:
A cidade era má, algum país era mau, os hippies eram maus, os escritores eram maus, os sem-teto eram maus, os trabalhadores eram maus, o verão era mau, a independência era má
Crescido e solto com o coração de um ladrão
Querendo apenas buscar as ruas mais tranquilas onde
ninguém é mau, ninguém é mau....
Tão fácil de odiar
Basta olhar pra cara
O nariz nas nuvens
A protuberância na testa
E a cabeça virada pra trás
A necessidade de escapar de todo espaço visível
Deriva contínua pra depender e descartar
E a cabeça virada pra trás
(Mau, mau, fraco e agora débil, mau, mau) Homem maligno!
(Mau, mau, nós que nos ajoelharíamos, mau, mau) Homem maligno!
(Mau, mau, homem que vamos nos vingar, mau, mau) Homem maligno!
(Mau, mau, todos sabemos a razão, mau, mau) Homem maligno!
Aqui vem a diversão
Pisca e já foi
Veja o que você ganhou
O fim só começou
Eu sou o demônio, eu sou o demônio...
A manhã é um inferno
A noite cheia de sangue
Cada cheiro nauseante anuncia uma inundação
em um feriado humano
Sem parede atrás
Sem luz no mapa
Sem ficção, sem fato
sem fibra agora...palha
no feriado humano
(Mau, mau, fraco e agora débil, mau, mau) Homem maligno!
(Mau, mau, nós que nos ajoelharíamos, mau, mau) Homem maligno!
(Mau demônio, pare enquanto está empatado, mau, mau) Homem maligno!
(Mau, mau, todos sabemos a razão, mau, mau) Homem maligno!
Estou limpando minha mesa
É hora de descansar
Amanhã está morto, então os vermes foram alimentados
com a cabeça virada pra trás
A lavagem das mãos
O beijo nos pés
O fracasso que marca
Pesadelo sem sono
Para qualquer idiota com uma queixa, é temporada aberta!
(Mau, mau, fraco e agora débil, mau, mau) Homem maligno!
(Mau, mau, nós que nos ajoelharíamos, mau, mau) Homem maligno!
(Mau, mau, pare enquanto está empatado, mau, mau) Homem maligno!
(Mau, mau, todos sabemos a razão, mau, mau) Homem maligno!
Composição: Cathal Coughlan