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Jerusalém 1099

The Firstborn

Jerusalem 1099

"Years, decades, centuries it seems have passed,
Since leaving that I once called 'hone'...
On to find the most holy sepulchre
In the city of God, Jerusalem itself...
Fire and blood seem the only faith we spread,
Death and pain, and also wealth for some...
For we were promised eternal salvation
Upon reaching the TOmb of Christ
I know, though, that I've felti ndeed the fear
Of finding, of reaching, someday, the true 'me'...

Such is our crusade...
Our Holy Pilgrimage...

Our divine (or not) fate
To gaze upon a mirror's image
And look upon our souls...
To rid oneself of the Woe,
And do battle Antioch's ghosts
Such is my dark-hearted crusade
To battle the guilt, the anger,
And, at last, finally, the silence...
The maddening silence!

Will their spirits ever leave me?

I wonder what destiny holds for me, in the white walls
Of the holy city.. Jerusalem..."

Jerusalém 1099

"Anos, décadas, séculos, parece que se passaram,
Desde que deixei o que um dia chamei de 'lar'...
Em busca do sepulcro mais sagrado
Na cidade de Deus, a própria Jerusalém...
Fogo e sangue parecem a única fé que espalhamos,
Morte e dor, e também riqueza para alguns...
Pois nos foi prometida a salvação eterna
Ao chegarmos à Tumba de Cristo.
Eu sei, porém, que realmente senti o medo
De encontrar, de alcançar, algum dia, o verdadeiro 'eu'...

Assim é nossa cruzada...
Nossa Peregrinação Sagrada...

Nosso destino (ou não) divino
É olhar para a imagem no espelho
E encarar nossas almas...
Livrar-se da Aflição,
E lutar contra os fantasmas de Antioquia.
Assim é minha cruzada de coração sombrio
Para batalhar a culpa, a raiva,
E, por fim, finalmente, o silêncio...
O silêncio enlouquecedor!

Será que os espíritos deles algum dia me deixarão?

Eu me pergunto o que o destino reserva para mim, nas paredes brancas
Da cidade santa... Jerusalém..."

Composição: