Obliscene
Looking down where memory lives
Is a desperate spill
Of mud and blood and terror's grist
And ghosts of slaughtered will.
Looking down where memory lives
Fire poppies grow
Thrives the bloom on charred remains
Of all we could not know
Out of still woods come shadows
Of gestures past
To stumble from the frozen failed
Into tomorrow's grasp
Here comes loss and avarice
In step with cold disdain
Whispered wants, their dead husks fall
From trunks to march again
Out of still woods come shadows
Of gestures past
To stumble from the frozen failed
Into tomorrow's grasp
The once silent ground now cries
Saying you weren't the first to pass this way
Legacies like these are slow to die
And you, you were just too small to save.
Beg, beg the face of fate to
Change the path of the seed
Doomed to repeat the unspeakable truth
Of their deeds
Is it insane the hope that
Crawls from us into the light
Even as all before us have fallen.
Marching into the night
Obliscene
Olhando pra baixo onde a memória vive
É um desespero derramado
De lama, sangue e a moagem do terror
E fantasmas de vontades massacradas.
Olhando pra baixo onde a memória vive
Crescem papoulas de fogo
Floresce a flor sobre os restos carbonizados
De tudo que não pudemos saber.
Das florestas silenciosas vêm sombras
De gestos passados
A tropeçar do congelado fracasso
Para o abraço do amanhã.
Aqui vem a perda e a avareza
Em passo com o desprezo frio
Desejos sussurrados, suas cascas mortas caem
Dos troncos pra marchar de novo.
Das florestas silenciosas vêm sombras
De gestos passados
A tropeçar do congelado fracasso
Para o abraço do amanhã.
O solo antes silencioso agora grita
Dizendo que você não foi o primeiro a passar por aqui
Legados como esses demoram a morrer
E você, você era pequeno demais pra salvar.
Implore, implore à face do destino pra
Mudar o caminho da semente
Condenada a repetir a verdade indescritível
De seus atos.
É insano ter a esperança que
Cresce de nós em direção à luz
Mesmo enquanto todos à nossa frente caíram.
Marchando para a noite.