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Homens Comuns

The Giant Void

Ordinary Men

Early morning before sunrise
Ahead of us an unknown task
Far from home, in a foreign land
Conquered by our might force

Assignment disclosed
Agruesome dead
To murder civilians, form a firing squad

A choice is given
But who would take a step away?
Reputation at stake

Women and children
Gotta march them to death
They are hardly human
Skin, bones and rags

All the bloodshed, not easy to withstand
Holding breath, the trigger is pulled again

One by one they drop down dead
Day by day schnapps will clear my head
No more feelings just follow commands
Numbed senses it became a routine grind

Shame has gone, acid taste of fear
Bloodlust, putrid smell of carnage
Human horror, eager for a hunt
Kill at will, the enemy shall be undone

War is hell, terror overgrown
It's only duty and the power above
Sacrifice, one truth shall reign
No matter how mean, no matter the way

Brutalized to murder on command
Dehumanized their life is not in my hands
I'm not the one to blame
I'm just an ordinary man

So you think you are a hero, would you proceed otherwise?
Would you help those poor people, would your risk your life?
Would you risk your life?

Would you desert all your brothers?
Would you betray your cause?
Would you pose as a coward?
Would you wave your share?

Just don't raise many questions
Stay true to your beliefs
It gets easier after the start
Sick human mind

All dirty deeds, they must be done
Release the power, embrace the beast
So you thought you would be a hero
You are just a follower, a puppet on a string

Brutalized to murder on command
Dehumanized their life is not in my hands
I'm not the one to blame
I'm just an ordinary man

Brutalized to murder on command
Dehumanized their life is not in my hands
I'm not the one to blame
I'm just an ordinary man

Genocide is at bay
And it's carried by ordinary men
Willing and eager
Ordinary men

Homens Comuns

De manhã cedo, antes do amanhecer
À nossa frente, uma tarefa desconhecida
Longe de casa, em uma terra estranha
Conquistados pela nossa força bruta

A missão foi revelada
Um massacre horrendo
Matar civis, formar um pelotão de fuzilamento

Uma escolha é dada
Mas quem teria coragem de se afastar?
Reputação em jogo

Mulheres e crianças
Temos que marchá-los para a morte
Eles mal são humanos
Pele, ossos e trapos

Todo o derramamento de sangue, não é fácil suportar
Segurando a respiração, o gatilho é puxado novamente

Um a um, eles caem mortos
Dia após dia, a cachaça vai clarear minha mente
Sem mais sentimentos, apenas sigo ordens
Sentidos entorpecidos, virou uma rotina desgastante

A vergonha se foi, gosto ácido do medo
Sede de sangue, cheiro podre de carnificina
Horror humano, ansioso por uma caçada
Mate à vontade, o inimigo será destruído

A guerra é um inferno, o terror cresceu
É apenas dever e o poder acima
Sacrifício, uma verdade reinará
Não importa quão cruel, não importa o jeito

Brutalizados para matar sob comando
Desumanizados, suas vidas não estão em minhas mãos
Não sou eu quem deve ser culpado
Sou apenas um homem comum

Então você acha que é um herói, você agiria diferente?
Você ajudaria essas pessoas pobres, arriscaria sua vida?
Você arriscaria sua vida?

Você desertaria todos os seus irmãos?
Você trairia sua causa?
Você se passaria por um covarde?
Você abriria mão da sua parte?

Apenas não faça muitas perguntas
Mantenha-se fiel às suas crenças
Fica mais fácil depois do começo
Mente humana doente

Todos os atos sujos, eles devem ser feitos
Liberte o poder, abrace a besta
Então você achou que seria um herói
Você é apenas um seguidor, uma marionete em uma corda

Brutalizados para matar sob comando
Desumanizados, suas vidas não estão em minhas mãos
Não sou eu quem deve ser culpado
Sou apenas um homem comum

Brutalizados para matar sob comando
Desumanizados, suas vidas não estão em minhas mãos
Não sou eu quem deve ser culpado
Sou apenas um homem comum

O genocídio está à espreita
E é carregado por homens comuns
Dispostos e ansiosos
Homens comuns

Composição: Felipe Colenci / Francisco Dos Santos Rangel Fillho