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Batismo em Sangue

The Holitter

Baptism in Blood

Steel meets flesh for the first time
His hands shake but the blade won't lie
Twenty winters, never known this fear
Now crimson paints his conscience clear

The drums of war drown out his screams
Reality tears apart his dreams
A boy who held a wooden sword
Now holds a life he can't restore

Eyes that plead, then fade to grey
The innocence he lost today
Thunder roars through blood-soaked ground
In chaos, he is finally found

Fight through the fire!
Break through the storm!
Feel the weight of every soul you mourn!
Rage against reason!
Drown in the red!
This is the price, dance with the dead!

Moonlight bleeds through armored skies
Illuminates the sacrifice
The frenzy takes what conscience gave
Transforming shepherd into slave

Silver shadows dance with death
He takes another's final breath
But something darker pulls him deep
Where humanity and madness meet

No turning back from what he's done
The battle's lost, though he has won
Each breath tastes like iron and ash
Each heartbeat marks another slash

Fight through the fire!
Break through the storm!
Feel the weight of every soul you mourn!
Rage against reason!
Drown in the red!
This is the price—dance with the dead!

Now the Moon bears witness to his shame
He can't remember the first fallen's name
Just a face that haunts his waking dreams
Nothing's ever what it seems

The rush fades into hollow dread
Counting ghosts among the dead
Was it glory? Was it survival's call?
Or did he lose his soul through it all?

What have I become in the darkness?
A monument to blood and heartless
The rush, the rage, the primal call
Makes him feel invincible
And so small

Fight through the fire!
Burn through the pain!
Nothing will ever be the same again!
Lost in the madness!
Born in the blade!
This is the soldier that violence made!

When silence falls and banners cease
He finds no honor, finds no peace
Just trembling hands and hollow eyes
And one more truth that war denies
Beneath the Moon, he kneels alone
A killer's heart, turned into stone

Batismo em Sangue

O aço encontra a carne pela primeira vez
Suas mãos tremem, mas a lâmina não mente
Vinte invernos, nunca conheceu esse medo
Agora o carmesim pinta sua consciência clara

Os tambores da guerra abafam seus gritos
A realidade despedaça seus sonhos
Um garoto que segurava uma espada de madeira
Agora carrega uma vida que não pode restaurar

Olhos que imploram, depois desvanecem em cinza
A inocência que ele perdeu hoje
O trovão ruge pelo chão ensanguentado
No caos, ele finalmente é encontrado

Lute através do fogo!
Quebre a tempestade!
Sinta o peso de cada alma que você lamenta!
Revolte-se contra a razão!
Afunde no vermelho!
Esse é o preço, dance com os mortos!

A luz da lua sangra através dos céus armados
Ilumina o sacrifício
A fúria leva o que a consciência deu
Transformando o pastor em escravo

Sombras prateadas dançam com a morte
Ele toma o último suspiro de outro
Mas algo mais sombrio o puxa para baixo
Onde a humanidade e a loucura se encontram

Sem volta do que ele fez
A batalha está perdida, embora ele tenha vencido
Cada respiração tem gosto de ferro e cinzas
Cada batida do coração marca outro corte

Lute através do fogo!
Quebre a tempestade!
Sinta o peso de cada alma que você lamenta!
Revolte-se contra a razão!
Afunde no vermelho!
Esse é o preço—dance com os mortos!

Agora a Lua testemunha sua vergonha
Ele não consegue lembrar o nome do primeiro caído
Apenas um rosto que assombra seus sonhos acordados
Nada é o que parece

A adrenalina se desvanece em um medo oco
Contando fantasmas entre os mortos
Foi glória? Foi o chamado da sobrevivência?
Ou ele perdeu sua alma em tudo isso?

O que eu me tornei na escuridão?
Um monumento ao sangue e à falta de coração
A adrenalina, a fúria, o chamado primal
Fazem-no sentir-se invencível
E tão pequeno

Lute através do fogo!
Queime através da dor!
Nada será como antes novamente!
Perdido na loucura!
Nascido na lâmina!
Esse é o soldado que a violência fez!

Quando o silêncio cai e as bandeiras cessam
Ele não encontra honra, não encontra paz
Apenas mãos trêmulas e olhos ocos
E mais uma verdade que a guerra nega
Sob a Lua, ele se ajoelha sozinho
Um coração de assassino, transformado em pedra

Composição: Biffe de Holitter