395px

De Volta ao Cinza

the last string

Back to Gray

I try to escape the routine
Without a feeling of being seen
The grey is no more useless, now that I have a sense to be here
Should I tie my laces tight, or let them fade in fear?
My steps go back and forth, they never disappear

Sometimes I get off the bus early so I don't have to go home
Because leaving my shoes on the floor hurts more than walking in them çause I've been

Thinking so much, thinking a lot
Thinking about what I could have been before
Singing alone, singing some words
Singing to dissappear of this song

Cause underneath of all my shoes
I have a dream to let them go

Left my Converse hanging on the wire
Thought I'd quit, but I'm still on fire
Now I'm watching my own face
Feeling things that I once said
Walking circles through my head
Guess I'm back to gray instead

The street remembers every fall
Every Mark, every name on the wall
It whispers back the steps I've made
And tells me walk, don't fade away
The cracks still shine beneath my feet
Where gray and green both start to meet
And even when the lights decay
I find my color back in gray

The laces drag through dirt and rain
But I still wear them, still remain
If green was just a passing flame
Then let it burn inside my veins

Then let it burn inside my veins
Then let it burn inside my veins
Then let in go inside my brain

Left my Converse hanging on the wire
Thought I'd quit, but I'm still on fire
Now I'm watching my own face
Feeling things that I once said
Walking circles through my head
Guess I'm back to gray instead
Guess I'm back to gray (guess I'm back to gray instead)
Guess I'm back to gray (guess I'm back to gray instead)

De Volta ao Cinza

Eu tento escapar da rotina
Sem a sensação de estar sendo visto
O cinza não é mais inútil, agora que eu sinto que estou aqui
Devo amarrar meus cadarços bem apertados, ou deixá-los desbotar de medo?
Meus passos vão e voltam, nunca desaparecem

Às vezes eu desço do ônibus mais cedo pra não ter que voltar pra casa
Porque deixar meus sapatos no chão dói mais do que andar com eles, porque eu estive

Pensando demais, pensando muito
Pensando no que eu poderia ter sido antes
Cantando sozinho, cantando algumas palavras
Cantando pra desaparecer dessa canção

Porque debaixo de todos os meus sapatos
Eu tenho um sonho de deixá-los ir

Deixei meu Converse pendurado na fiação
Achei que ia desistir, mas ainda estou pegando fogo
Agora estou olhando meu próprio rosto
Sentindo coisas que eu já disse
Andando em círculos na minha cabeça
Acho que estou de volta ao cinza, ao invés disso

A rua lembra de cada queda
Cada marca, cada nome na parede
Ela sussurra de volta os passos que eu dei
E me diz pra andar, não desvanecer
As rachaduras ainda brilham sob meus pés
Onde o cinza e o verde começam a se encontrar
E mesmo quando as luzes se apagam
Eu encontro minha cor de volta no cinza

Os cadarços arrastam pela sujeira e pela chuva
Mas eu ainda os uso, ainda permaneço
Se o verde era apenas uma chama passageira
Então deixe queimar dentro das minhas veias

Então deixe queimar dentro das minhas veias
Então deixe queimar dentro das minhas veias
Então deixe entrar na minha cabeça

Deixei meu Converse pendurado na fiação
Achei que ia desistir, mas ainda estou pegando fogo
Agora estou olhando meu próprio rosto
Sentindo coisas que eu já disse
Andando em círculos na minha cabeça
Acho que estou de volta ao cinza, ao invés disso
Acho que estou de volta ao cinza (acho que estou de volta ao cinza, ao invés disso)
Acho que estou de volta ao cinza (acho que estou de volta ao cinza, ao invés disso)

Composição: Fabian Solano