Magic Bone
The old man lies prone
All alone
In bed
Waiting to breathe his last breath
He's made his peace
Or so
It seems
His body began to protest
One part chose not to depart this world
Yet
Death in his sights
Living for spite
Poor magic bone
Will go on and on
His finger will not let him die
Day after day
Tapping away
Skin like a burlap sack
Hoping to fade to black
Driven by an unworldly lust
Magic bone feeds on his dust
Replaying his life
In his mind
He tries to see how he made the knuckle crack
No reason, no rhyme
No deed
No crime to warrant the finger's attack
One part chose not to depart this world
Yet
Death in his eyes
Living for spite
That magic bone won't let him go
His finger will not let him die
Lying in wait
Robbed of his fate
Stuck for eternity
Pointing round aimlessly
Wanting to be six feet deep
The magic bone won't let him sleep
Let him sleep
Frozen awake
In time and space
No-one can hear his appeal
For when he attempts
To speak
His mind
The finger presses up to his lips
Year after year
Can't disappear
Impossibly bored
Nail like a sword
No chance of suicide
Not while it lives inside
Trying to fight the magic joint
Knowing that there is no point
Is no point is no point, is no point, is
Osso mágico
O velho está propenso
Sozinho
Na cama
Esperando respirar o último suspiro
Ele fez a paz
Ou então
Parece
Seu corpo começou a protestar
Uma parte escolheu não sair deste mundo
Ainda
Morte em sua mira
Viver para o rancor
Pobre osso mágico
Continuará
Seu dedo não o deixará morrer
Dia após dia
Atingir
Pele como um saco de serapilheira
Esperando desvendar ao preto
Impulsionada por uma luxúria mundana
O osso mágico alimenta sua poeira
Reproduzindo sua vida
Em sua mente
Ele tenta ver como ele fez a rachadura das articulações
Sem motivo, sem rima
Nenhuma ação
Nenhum crime para garantir o ataque do dedo
Uma parte escolheu não sair deste mundo
Ainda
Morte em seus olhos
Viver para o rancor
Esse osso mágico não o deixará ir
Seu dedo não o deixará morrer
Deitada à espera
Robado de seu destino
Preso pela eternidade
Apontando sem rumo
Querendo ter seis pés de profundidade
O osso mágico não o deixará dormir
Deixa ele dormir
Congelado acordado
No tempo e no espaço
Ninguém pode ouvir o seu apelo
Para quando ele tenta
Falar
A mente dele
O dedo pressiona até os lábios dele
Ano após ano
Não pode desaparecer
Impossivelmente entediado
Prego como uma espada
Nenhuma chance de suicídio
Não enquanto vive dentro
Tentando lutar contra a articulação mágica
Sabendo que não tem sentido
Não é um ponto, não é um ponto, é