Rocky Mountain Mines
Some say there's ghosts in the hills
And they're black as the coal
And voices they scream in the night
From the deep dark below
There was poor Ivy and Scratch
And friends too many to name
Who were caught in a thundering landslide
And there they'll remain
And I cry "Daddy, oh Dad please don't go"
But he won't be coming home no
And mother, dear mom don't you know
I'm feeling so old and alone
'Cause I'm the son next in line
For the black lung dyin'
And just a few come back
From the Rocky Mountain mines
We're much too poor to escape
The weight of the earth
In tunnels and dust and fear
We will measure our worth
Here's our bones for the soil
Our blood for the land
Our souls for sweet Jesus
Our bodies be damned
And I cry
Well sometimes I wonder
Where my Daddy's gone
But I know he's gone to the wilderness
And he ain't comin' home
Then sometimes I get to wondering
When it'll be my turn to lie down
In that cold dark place, Lord
Down under the ground
It's said the mark of Cain
Is on the miners head
And it don't wash with lye soap
'Til he's good and he's dead
I saw my Daddy wave
From the top of the hill
He said "Come along, son"
I say "Soon I will"
Minas das Montanhas Rochosas
Dizem que há fantasmas nas colinas
E eles são negros como o carvão
E vozes gritam na noite
Do fundo escuro lá embaixo
Havia a pobre Ivy e o Scratch
E amigos demais pra nomear
Que foram pegos em um deslizamento ensurdecedor
E lá eles vão ficar
E eu grito "Papai, oh pai, por favor não vá"
Mas ele não vai voltar pra casa não
E mãe, querida mãe, você não sabe
Estou me sentindo tão velho e sozinho
Porque sou o filho da vez
Pra morrer de pneumoconiose
E só alguns voltam
Das minas das Montanhas Rochosas
Estamos muito pobres pra escapar
Do peso da terra
Em túneis, poeira e medo
Vamos medir nosso valor
Aqui estão nossos ossos pro solo
Nosso sangue pela terra
Nossas almas pro doce Jesus
Nossos corpos que se danem
E eu grito
Bem, às vezes eu me pergunto
Onde meu pai foi parar
Mas eu sei que ele foi pro deserto
E não vai voltar pra casa
Então às vezes fico pensando
Quando será minha vez de deitar
Naquele lugar frio e escuro, Senhor
Lá embaixo da terra
Dizem que a marca de Caim
Está na cabeça do mineiro
E não sai com sabão de soda
Até que ele esteja bem morto
Eu vi meu pai acenar
Do topo da colina
Ele disse "Vem cá, filho"
Eu digo "Logo eu vou"