Desecration Of The Black Stone
They conspire in their caves in their envious world of emptiness
Preparing for Jihad to obey their desert god
They murder for belief to deflower 70 virgins
These "brave" Mudjahedeen brought Gaza in darknesss
Their God is a worm baptised in the blood of the prophet
On the hills of mount Sinai we meet in Armageddon
The laws of the Sharia will not impress upon us
Your holy army, blotted out, pounded into sand
In the napalm sea, the suns of Ismael bathe in flames
Is this the prophet's breed? Headless corpses return to dust
They have defiled our graves, their punishment will be endless
Our blistering napalm rain wipes them from the face of the earth
We desecrate the black stone
Slayer of Jihad
We do not obey their wretched desert God
We are impure
We are unrepentant, your final blasphemers
We distort your image of God
The walls of Jericho will fall again
We root out the seeds of the Mudjahedeen
The golden dome shall return to sand
"The blood of your forefathers shall be shed on mount Arafat
The bastard sons of Abraham shall never rise up again"
The laws of the Sharia will not impress upon us
Your holy army, blotted out pounded into sand
The pest of Arabia shall not overwhelm us
Their lustful prophet desecrates the innocent virginal skin
In my dreams I go back to the forest of flesh
Where the Ottomans lay slain before the cathedral of death
The sacred black stone, the black seeds of Jihad
We blaspheme in the presence of their backward desert God
Impalement is delightful, let us urinate on foes
We hammer the stake through the back of their throats
Face the flesh horizon, destructor, misantrophe
The corpses of the impaled Turks penetrate your hopes
They have defiled our graves, their punishment will be endless
Our blistering napalm rain wipes them from the face of the earth
We desecrate the black stone
Slayer of Jihad
Profanação da Pedra Negra
Eles conspiram em suas cavernas, nesse mundo vazio e invejoso
Preparando-se para o Jihad, obedecendo ao seu deus do deserto
Matam por crença, para desflorar 70 virgens
Esses "bravos" Mujahideen trouxeram Gaza à escuridão
Seu Deus é um verme batizado no sangue do profeta
Nas colinas do monte Sinai, nos encontramos em Armageddon
As leis da Sharia não nos impressionarão
Seu exército sagrado, apagado, reduzido a areia
No mar de napalm, os sóis de Ismael banham-se em chamas
É essa a linhagem do profeta? Corpos sem cabeça voltam ao pó
Eles profanaram nossas sepulturas, sua punição será eterna
Nossa chuva de napalm abrasador os apaga da face da terra
Profanamos a pedra negra
Matador do Jihad
Não obedecemos ao seu miserável deus do deserto
Somos impuros
Somos irredentos, seus últimos blasfemos
Distorcemos sua imagem de Deus
As muralhas de Jericó cairão novamente
Erradicamos as sementes dos Mujahideen
A cúpula dourada voltará a ser areia
"O sangue de seus antepassados será derramado no monte Arafat
Os filhos bastardos de Abraão nunca se levantarão novamente"
As leis da Sharia não nos impressionarão
Seu exército sagrado, apagado, reduzido a areia
A praga da Arábia não nos dominará
Seu profeta lascivo profana a pele inocente e virginal
Em meus sonhos, volto à floresta de carne
Onde os otomanos jazem mortos diante da catedral da morte
A sagrada pedra negra, as sementes negras do Jihad
Blasfemamos na presença de seu deus do deserto retrógrado
Empalamento é um deleite, vamos urinar sobre os inimigos
Cravamos a estaca na parte de trás de suas gargantas
Encare o horizonte de carne, destruidor, misantropo
Os corpos dos turcos empalados penetram suas esperanças
Eles profanaram nossas sepulturas, sua punição será eterna
Nossa chuva de napalm abrasador os apaga da face da terra
Profanamos a pedra negra
Matador do Jihad