Asphalt and Dust
Worn-out boots, white tee
Sun hits hard on the hood
My sound comes from dry land
But the city lights feel rude
Learned young from twisted winds
That success don't ask to stay
I mix dirt roads with neon signs
Turn old roots into today
Never fit the shape they drew
Never played the part they want
I walk the line between the beat
And the fields where I come from
I'm from asphalt and dust
From the streets to the ground
My rhythm crosses borders
Can't be locked, can't be bound
If the world tries to slow me down
I just push, no delay
Pop in my head, roots in my feet
I ride my own way
Old radio on the counter
Laptop riding shotgun
While they sell pretty lies
I turn pain into something
Don't need crowns or fake applause
Or promises I can't see
My empire's built in silence
When the day's just me and me
They laugh now, don't get it yet
Every doubt will fade with time
The unlikely when it stays
Always learns how to climb
I'm from asphalt and dust
From the streets to the ground
My rhythm crosses borders
Can't be locked, can't be bound
If the world tries to slow me down
I just push, no delay
Pop in my head, roots in my feet
I ride my own way
It ain't about running away
It's about never asking to play
I carry yesterday with me
But tomorrow answers my name
From asphalt and dust
I move true, never fake
If a door slams shut on me
I'll find another way
Pop on top, fire inside
My name carved in the way
Between the past and what's next
I ride my own way
Asfalto e Poeira
Botas surradas, camiseta branca
O sol bate forte no capô
Meu som vem da terra seca
Mas as luzes da cidade são cruéis
Aprendi cedo com os ventos tortos
Que o sucesso não pede pra ficar
Misturo estradas de terra com letreiros de neon
Transformo velhas raízes no hoje
Nunca me encaixei no molde que desenharam
Nunca fiz o papel que querem
Caminho na linha entre o ritmo
E os campos de onde venho
Sou de asfalto e poeira
Das ruas até o chão
Meu ritmo atravessa fronteiras
Não pode ser preso, não pode ser amarrado
Se o mundo tenta me desacelerar
Eu só empurro, sem demora
Bate na minha cabeça, raízes nos meus pés
Eu sigo meu próprio caminho
Rádio velho na bancada
Notebook no carona
Enquanto vendem mentiras bonitas
Eu transformo dor em algo
Não preciso de coroas ou aplausos falsos
Ou promessas que não consigo ver
Meu império é construído em silêncio
Quando o dia é só eu e eu
Eles riem agora, ainda não entendem
Toda dúvida vai sumir com o tempo
O improvável quando permanece
Sempre aprende a subir
Sou de asfalto e poeira
Das ruas até o chão
Meu ritmo atravessa fronteiras
Não pode ser preso, não pode ser amarrado
Se o mundo tenta me desacelerar
Eu só empurro, sem demora
Bate na minha cabeça, raízes nos meus pés
Eu sigo meu próprio caminho
Não se trata de fugir
É sobre nunca pedir pra jogar
Carrego o ontem comigo
Mas o amanhã responde pelo meu nome
De asfalto e poeira
Me movo verdadeiro, nunca falso
Se uma porta se fecha pra mim
Eu encontro outro caminho
Bate por cima, fogo dentro
Meu nome gravado no caminho
Entre o passado e o que vem a seguir
Eu sigo meu próprio caminho