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Fosforescência A.D. 79: Enterrando a Cidade de Pompéia, ou Psique

The Pax Cecilia

Phosphorescence A.D. 79: Burying the City of Pompeii, or Psyche

The newsprint fades and you are like a storm
And I am stranded out in you
The only sunlight I see is staining the walls
Of this house that screams of mirages
You still haunt me, do I still haunt you?
Do I still haunt you?

Dear girl,
Say goodbye to this city
Say goodbye to the lovers flown through
Nothing ever was
Say goodbye to this sunrise
Say goodbye to the trails of yourself you've been following
Dear ghost,
Say goodbye to dear memories
Say goodbye to the past you ignore
Nothing ever was
Say goodbye to this deceit
Say goodbye to the facade of truth
Nothing ever was
Say goodbye to birth and death
All things impermanent
This is perdition, nothing ever was
Nothing ever was

Late at night I try to match your breathing

Seventeen hours after the last sunrise seen
The trails of you evaporate into themselves
Into breaths we never took
Into the night that never stopped waiting for dawn
Frantically pressing pen to page
Before I actually prove to myself that nothing ever was

Fosforescência A.D. 79: Enterrando a Cidade de Pompéia, ou Psique

A impressão do jornal desvanece e você é como uma tempestade
E eu estou preso em você
A única luz do sol que vejo mancha as paredes
Desta casa que grita por miragens
Você ainda me assombra, eu ainda te assombro?
Eu ainda te assombro?

Querida,
Diga adeus a esta cidade
Diga adeus aos amantes que voaram
Nada nunca foi
Diga adeus a este amanhecer
Diga adeus às trilhas de você mesma que você tem seguido
Querido fantasma,
Diga adeus às queridas memórias
Diga adeus ao passado que você ignora
Nada nunca foi
Diga adeus a esta ilusão
Diga adeus à fachada da verdade
Nada nunca foi
Diga adeus ao nascimento e à morte
Todas as coisas são impermanentes
Isto é a perdição, nada nunca foi
Nada nunca foi

De madrugada eu tento igualar sua respiração

Dezessete horas após o último amanhecer visto
As trilhas de você evaporam em si mesmas
Em respirações que nunca tomamos
Na noite que nunca parou de esperar pela aurora
Apertando freneticamente a caneta no papel
Antes que eu realmente prove a mim mesmo que nada nunca foi

Composição: