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Número Sete

The Riot Before

Numero Seven

The smoke condescends to the bursting in air,
The fire ignites my imaginative fear,
Burning the reasons for why I am here,
Alone in the groans of despair.
The thousands applaud just as I did before,
Staring in awe at simulated war,
But my blurry eyes can't see what it's all for,
Celebrating what we should abhor.
There's a fight on the streets between opposing teams,
All yelling for blood all enraged,
It never ends and no one side will win
till' enough people stand up and walk away.
There's a line drawn in the sand I'm ignoring,
All this warring, is a two-sided coin,
a fight I won't join,
A power grab with a new name.
Pious ascend through ordained history,
Condemning the sin and the impurity,
Our hellish descent our culture's entropy,
That exists nowhere outside belief.
It's easier when someone else is to blame,
For your failings your problems your guilt and your shame,
So attach your idea to a forefather's name,
Then point and accuse and defame.
There's a fight on the streets between opposing teams,
All yelling for blood all enraged,
It never ends and no one side will win
till' enough people stand up and walk away.
There's a line drawn in the sand I'm ignoring,
Cause all this warring,
A continuous cycle never-ending,
I'm beginning to stop speaking loud
To walk from the crowd,
To quietly find a new way.

Número Sete

A fumaça se condensa no estouro no ar,
O fogo acende meu medo imaginativo,
Queimando as razões de eu estar aqui,
Sozinho nos gemidos do desespero.
Os milhares aplaudem como eu fiz antes,
Olhando em admiração para a guerra simulada,
Mas meus olhos embaçados não conseguem ver pra que tudo isso serve,
Celebrando o que deveríamos abominar.
Há uma briga nas ruas entre times opostos,
Todos gritando por sangue, todos enfurecidos,
Nunca acaba e nenhum lado vai vencer
Até que pessoas suficientes se levantem e vão embora.
Há uma linha desenhada na areia que estou ignorando,
Toda essa guerra é uma moeda de dois lados,
uma briga que não vou entrar,
Uma luta pelo poder com um novo nome.
Os piedosos ascendem através da história ordenada,
Condenando o pecado e a impureza,
Nossa descida infernal, a entropia da nossa cultura,
Que não existe em nenhum lugar fora da crença.
É mais fácil quando alguém mais é o culpado,
Pelos seus fracassos, seus problemas, sua culpa e sua vergonha,
Então anexe sua ideia ao nome de um antepassado,
Depois aponte, acuse e difame.
Há uma briga nas ruas entre times opostos,
Todos gritando por sangue, todos enfurecidos,
Nunca acaba e nenhum lado vai vencer
Até que pessoas suficientes se levantem e vão embora.
Há uma linha desenhada na areia que estou ignorando,
Porque toda essa guerra,
Um ciclo contínuo sem fim,
Estou começando a parar de falar alto
Para me afastar da multidão,
Para encontrar silenciosamente um novo caminho.

Composição: