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Os Cigarros Mais Baratos

The Riot Before

The Cheapest Cigarettes

Two tall cans and the cheapest cigarettes to relieve
An honest man and another honest day of working.
It'll help him through the night;
It'll help him get some sleep.

Then he's up again and he's standing on the corner hoping
His dirty hands can once again earn him a living.
Then it's to the liquor store
Another night spent on the street

Then a thought occurs to me
With a knot inside my throat I balance on
A rope thinner than feet a thousand feet above
A canyon floor with one exception;
Everyone can clearly see the safety net waiting
For my falling body.

Look deep inside of muscles sore; there's acid eating
But there's still life in spite of everything retreating
Because a day of work still beats
Not having any days at all.

What good is pride? It never stopped a stomach aching
What good are rights when all you want is to be eating?
A little shelter from the rain
A little comfort in the cold
A stubborn thought it sickens me

And I never learned a better lesson
Than what I can't articulate about a smile and a sense of something better
In what should be desolate and desperate
Disenfranchised and disappointing and so distraught

I'm a fake a fraud a phone every step I take
In a broken smile, he reminded me
My net is bigger than a falling body.
My hands are clean but my soul is dirty.

Os Cigarros Mais Baratos

Duas latas altas e os cigarros mais baratos pra aliviar
Um homem honesto e mais um dia honesto de trabalho.
Isso vai ajudá-lo a passar a noite;
Isso vai ajudá-lo a conseguir dormir.

Então ele se levanta de novo e está parado na esquina esperando
Que suas mãos sujas consigam mais uma vez garantir o pão.
Então é pra loja de bebidas
Mais uma noite passada na rua.

Então me vem um pensamento
Com um nó na garganta eu me equilibro em
Uma corda mais fina que pés a mil pés acima
Do fundo de um cânion com uma exceção;
Todo mundo pode ver claramente a rede de segurança esperando
Pelo meu corpo caindo.

Olhe fundo dentro dos músculos doloridos; há ácido corroendo
Mas ainda há vida apesar de tudo se afastando
Porque um dia de trabalho ainda vale mais
Do que não ter dias nenhum.

De que adianta o orgulho? Ele nunca parou uma dor de barriga
De que adianta ter direitos quando tudo que você quer é comer?
Um pouco de abrigo da chuva
Um pouco de conforto no frio
Um pensamento teimoso me enjoa.

E eu nunca aprendi uma lição melhor
Do que o que não consigo articular sobre um sorriso e um senso de algo melhor
No que deveria ser desolado e desesperador
Desprivilegiado e decepcionante e tão angustiante.

Sou um falso, um fraudador, um telefone a cada passo que dou
Com um sorriso quebrado, ele me lembrou
Minha rede é maior que um corpo caindo.
Minhas mãos estão limpas, mas minha alma está suja.