Red Rabbits

Hurled to the center of the Earth again,
The place where it's hot, love,
You know, it hurts to breathe in,
And the watershed you balance on is begging it,
Well did he ever know,
Will he ever know?

The trees in the moonshine are a dark lattice,
So you catalog in the angle you notice,
In a vacuum you recharge to record this,
So you won't make it easy on me.

And I can't go into this no more,
It puts too many thorns on my mind,
And the necessary balloon lies a corpse on the floor,
We've pissed on far too many sprites,
And they're all standing up for their rights.

Born on a desert floor, you've the deepest thirst,
And you came to my sweet shore to indulge it,
With the wan and dreaming eyes of an orphan,
But there is not enough,
There is not enough.

Out of a gunnysack for red rabbits,
Into the crucible to be rendered an emulsion,
And we can't allow a chance they'd restore themselves,
So we can't make it easy on you.

Undaunted, you bathed in hollow cries,
The boils were swollen, sunburned eyes,
A reward for letting nothing under their skin,
So help me, I don't know, I might,
Just give the old dark side a try.

Don't cast your warring eyes on the shore,
Did we even the score?
I still owe you for the hole in the floor,
And the ghost in the hall,
Who decides who paddles over the falls?
Yeah, who makes the call,
Who makes the call?

Well, I know there's an eventual
Release from every scale of crime,
But the necessary balloon lies a corpse on the floor,
We've pissed on far too many good intentions held by clever sprites,
And they're all standing up for their rights.

Coelhos Vermelhos

Lançado ao centro da Terra de novo
Pro lugar onde é quente, amor,
Você sabe, dói respirar,
E o momento decisivo que você se encontra está implorando
Bem, ele já sabe
Ele saberá?

As árvores ao luar são um arranjo negro
Então você cataloga do jeito que quer
Num vácuo você recarrega pra lembrar isso
Então você não facilita pra mim

E eu já não posso viver assim
São dores demais na minha cabeça
E o crescimento necessário deixa um corpo no chão
Nós urinamos em fadas demais
E elas estão lutando por seus direitos

Nascido num deserto, você teve profunda sede
E você veio até minha doce terra pra saciá-la
Com os pálidos e sonhadores olhos de um órfão
Mas aquilo não é suficiente
Aquilo não é suficiente

Expulso de um saco de pano pra coelhos vermelhos
Para o cadinho a ser processado uma emulsão
E não podemos deixar que eles se restaurem
Então não podemos facilitar pra você

Destemido, você banhou-se em clamores ocos
Os furúnculos incharam, olhos queimados
Uma recompensa por ter deixado nada sob sua pele
Então me ajude, eu não sei, eu poderia
Dar ao velho lado negro uma chance

Não lance seus olhares hostis na terra
Nos vingamos direito?
Eu ainda te devo pelo buraco no chão
E o pelo fantasma no corredor
Quem decide quem rema pelas cachoeiras?
É, quem decide?
Quem decide?

Bem, eu sei que há uma eventual
Liberdade pra todas as escalas de crime
Mas o crescimento necessário deixa um corpo no chão
Urinamos em muitas boas intenções realizadas por fadinhas espertas
E elas estão lutando por seus direitos.

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Composição: James Mercer. Essa informação está errada? Nos avise.
Enviada por Vinicius e traduzida por Fabrício. Revisão por Rayan. Viu algum erro? Envie uma revisão.