Voices Of The Vicious
Amidst the carrion our stomachs churn
Time is the fire in which we burn
With heads unbowed to flags worn and frayed
To our dissent we cling to
In sadness and sorrow we crawl through
As we count down to our end of days enslaved
With our hands over our head
We are the walking woundead
We are the voices of the vicious history
Our canticle swells through prison cells
We are the shadows of ourselves
We are the voices of the vicious history
As heavens fall our voices soar
Of melancholy burdons bore
Infests the night and enrobes our darkest days
Torn by time
Drowned in tears
We rise like lions without fears
With hearts that harbour hope
As our shadows fade away
In shadows and despair
Our voices rise on aching air
Burning flags raised to our unrest
We're swarming
Crawling to infest
We are the voices of the vicious history
Vozes da História Cruel
No meio da carniça nossos estômagos se reviram
O tempo é o fogo em que queimamos
Com as cabeças eretas para bandeiras desgastadas
A nossa rebeldia nos agarramos
Na tristeza e na dor rastejamos
Enquanto contamos os dias até nosso fim escravizados
Com as mãos sobre a cabeça
Somos os mortos-vivos que andam
Nós somos as vozes da história cruel
Nosso cântico ecoa pelas celas
Somos as sombras de nós mesmos
Nós somos as vozes da história cruel
Enquanto os céus caem nossas vozes sobem
De fardos de melancolia carregados
Infestam a noite e envolvem nossos dias mais sombrios
Rasgados pelo tempo
Afogados em lágrimas
Nos levantamos como leões sem medos
Com corações que guardam esperança
Enquanto nossas sombras desaparecem
Nas sombras e no desespero
Nossas vozes se elevam no ar dolorido
Bandeiras queimadas levantadas contra nosso descontentamento
Estamos em massa
Rastejando para infestar
Nós somos as vozes da história cruel