Wool Over Our Eyes
As I skip amongst the thickets
Well, just look at what I've found
An innocent wee critter
Sitting, shivering on the ground
Entrapped and gagged and bound
Upon a sacrificial mound
Such a miserable predicament
So, how'd you like the sound
Of a haven-cum-community
A vibrant congregation
Of waywards just like you
The fates aligned for me to save from
The depraved and heathen demons
And their vile abominations
Enslaving feeble minds
Into a life of prostration?
Not like my operation
Not the slightest correlation
Why, we've dances, feasts and festivals
It's like we're on vacation
No time for contemplation
Would you like to come and take some
Salvation in exchange
For just some light indoctrination?
(The pact is sealed)
Welcome in, brethren
Step down off the pentagram
Blessed be and bend the knee
And pledge to me forever and
Forget the need to question and
We'll never need to reprimand
Lethargy is heresy
You're very keen to lend a hand
There's effigies to render
And a temple yet to build
We've many seeds to tend to
And there's earth still left to till
And every second spare
You'd best remember to keep filled
In reverent prayer and penance
Lest dissenters shall be kill!
-Ecting up the mess
Until they find their crimes regrettable
All evidence says heaven's light's
Not likely for the sceptical
The bedding's of the finest moss
The lichen often edible
Now, don't you think your life outside
Was tiresome and forgettable?
Deep in the dark of the woods
Where secrets sleep
We serve He Who Waits Beneath
Till the soul, devotion reap
For the lamb who herds the sheep
In the dark of the woods
We pledge our lives
Sages say that faith is blind
Arms raised high in sacrifice
Pull down wool over our eyes
Time for your donations
Fill the dish up, pass the gold plate
Every penny pays to kill
The Bishops of the Old Faith
Our benefactor waits
Betwixt the crippling link of old chains
Tethered to the plains
Until the heretics are all slain
So, pay the tithes and pray you might
Remain upon the list of all
The cherished, chosen children
For whom love is unconditional
Your contribution's absolution
For the guilt within you all
Our movement may be new
But all your sins are still original
You'll find my sermons stirring
Form the circle, get your heads down
Heavy hangs the neck
Of any vessel of the Red Crown
Blessed to be the shepherd
Of the desperate and oppressed now
Destined for ascension
Ne'er the wealthy ever left ground
So, empty out your bank accounts
And dance around the fire
And focus your devotion
Through the crackling of the pyre
So potent and ambrosial
It flows through blackened spires
To satiate our patron
And their rancorous desires!
The game is barely set
Yet e'er within the deck you've dwelt
We've never met and yet
We meet again upon my pelts
The cards we want are often drawn
But seldom ever dealt
But, chance the hand you're given
Mayhap lift you where you fell
Tell me, little lamb
Do you see destiny immutable?
Does fate or dedication
Keep you bended knee and dutiful?
Feign predestination
Or is zealotry the truth of all
The paths you never take and never leave
Yet in the future walk?
Saviour or enslaver?
Oh, these labels are but shallow things
You brave the twisting mists
Betwixt the hallowed and the harrowing
And pray that they may shift
Against the rhapsody of Haro's wings
So, just embrace the chaos
And the clarity the tarot brings
Deep in the dark of the woods
Where secrets sleep
We serve He Who Waits Beneath
Till the soul, devotion reap
For the lamb who herds the sheep
In the dark of the woods
We pledge our lives
Sages say that faith is blind
Arms raised high in sacrifice
Pull down wool over our eyes
The time has come, enlightened ones
The hour is at hand
Or do you doubt the crown?
The righteous power it commands?
We swear to scriptures devilish
Devout or ever-damned
till fetid grip from heretics
Is scoured from the land
Who today can truly say
Their faith has never faltered?
Whose neck, so trained to pray
Would never strain against the halter?
These reins that pave the way
Towards our patron's radiant reign
And so, which waif ordained by grace
Shall fate see slain upon the altar?
For what have we to give
Once coin and toil have been expended?
For naught have we to live
If plots of soil to be lamented
Are the unascended end
To whence our mortal coil has wended
The rested dead are spoiled
Not with the spoils we are intended
But flesh, bequeathed freely
Grants a life a higher purpose
In death, a deeper meaning
Everlasting pious service
Sowing seeds precedes a reaping
Start a line, now who's the first?
You all decided to convert
So, tell me, why are you so nervous?!
For your fervour has been fated now
To satiate the beast
In chains, he waits beneath
And how he craves to be released
We celebrate in blessed flame
So, pray and take a seat
And pledge unto their name
Lest you be plated at the feast
Let your faith remain unshaken
In our monastery's beliefs
You've no claim to consecration
When there's coffers to be greased
Stay praiseful to your deity
Their prophecy and priest
For the sheep may be the shepherd
But the flock is being fleeced
Deep in the dark of the woods
Where secrets sleep
We serve He Who Waits Beneath
Give the flesh, ascension seek
From the lamb who herds the sheep
In the dark of the woods
We pledge our lives
Sages say that faith is blind
Arms raised high in sacrifice
Pull down wool over our eyes
Lã Sobre Nossos Olhos
Enquanto saltito pelas moitas
Olha só o que encontrei
Um bichinho inocente
Sentado, tremendo no chão
Preso e amordaçado e amarrado
Num monte sacrificial
Uma situação tão miserável
Então, o que acharia
De uma comunidade e refúgio
Uma congregação vibrante
De rebeldes como você
Seus destinos alinhados para eu salvar dos
Depravados e horríveis demônios
E suas vis abominações
Escravizando mentes frágeis
Para uma vida de prostração?
Não como a minha operação
Sem a menor correlação
Olhe, temos danças, banquetes e festivais
É como se estivéssemos em férias
Não há tempo para contemplar
Você gostaria de vir e ter
Sua salvação em troca
De um pouquinho de leve indocrinação?
(O pacto foi selado)
Bem-vindo, irmão
Desça do pentagrama
Abençoado seja, curve o joelho
Jure a mim para sempre e
Esqueça a necessidade de questionar e
Nunca teremos que repreender
Letargia é heresia
Então estará pronto para dar uma mãozinha
Há efígies para fazer
E um templo a ser construído
Temos muitas sementes para atender
E ainda há terra para arar
E todo segundo livre
Melhor lembrar de preencher
Com reverentes rezas e penitência
Se não dissidentes irão mo!
-Strar o seu valor e ajeitar suas bagunças
Até que se arrependam dos seus crimes
Toda a evidência diz que luz do paraíso
Não existe para os céticos
O enxoval do mais fino musgo
O líquen muitas vezes comestível
Então, não acha que sua vida lá fora
Era cansativa e esquecível?
No fundo da escuridão da floresta
Onde segredos dormem
Nós servimos Àquele Que Espera Abaixo
Lavre a alma, ceife a devoção
Para o cordeiro que pastoreia os carneiros
Na escuridão da floresta
Nós juramos as nossas vidas
Sábios dizem que a fé é cega
Braços ao alto em sacrifício
Cubra os nossos olhos com lã
É hora das doações
Encha o prato, passe o prato de ouro
Toda moeda paga para matar
Os Bispos da Velha Fé
Nosso benfeitor aguarda
Entre a prisão de velhas correntes
Preso às planícies
Até que os hereges sejam todos mortos
Então pague as dívidas e reze
Permaneça sob a lista de todos
As apreciadas, escolhidas crianças
Às quais amor é incondicional
Sua contribuição é absolvição
Para a culpa dentro de todos
Nosso movimento pode ser novo
Mas todos os seus pecados ainda são originais
Achará meus sermões inspiradores
Façam o círculo, abaixem as cabeças
Pingente é a cabeça
De qualquer receptáculo da Coroa Vermelha
Abençoado a ser o pastor
Dos desesperados e oprimidos e agora
Destinado a transcender
Jamais os ricos saíram da terra
Então esvazie suas contas do banco
E dance em volta do fogo
E foque sua devoção
Através do crepitar da brasa
Tão potente e ambrosíaco
Flui através de pináculos negros
Para saciar nosso patrono
E seus rancorosos desejos!
O jogo mal foi posto à mesa
E ainda assim sempre habitaste tu no baralho
Nós nunca nos vimos e ainda assim
Vemo-nos novamente sob meus couros
As cartas que almejamos frequentemente são tiradas da pilha
Mas dificilmente nos distribuídas
Porém, dar à mão que a ti foi dada uma chance
Pode ou não levantar-te onde caíras
Diga-me, cordeirinho
Veres o destino como absoluto?
Destino ou dedicação
Mantêm-te ajoelhado e obediente?
Fingir predestinação
Ou seria a obsessão a verdade de tudo
Os caminhos que nunca tomas e nunca deixas
E ainda assim andas no futuro?
Salvador ou escravizador?
Ah, esses rótulos não passam de palavras
Tu desbravas as névoas desnorteantes
Dentre o santificado e o angustiante
E rezas que transformem-se
Contra a rápsodia das asas de Haro
Portanto apenas abraça o caos
E a claridade que traz o tarô
No fundo da escuridão da floresta
Onde segredos dormem
Nos servimos Àquele Que Espera Abaixo
Lavre a alma, ceife a devoção
Para o cordeiro que pastoreia os carneiros
Na escuridão da floresta
Nós juramos nossas vidas
Sábios dizem que a fé é cega
Braços ao alto em sacrifício
Cubra os nossos olhos com lã
A hora é agora, iluminados
O tempo está em mão
Ou você duvida da coroa?
O poder justo que ela comanda?
Nós juramos a escrituras demoníacas
Sejam devotos ou condenados à desgraça
Até que as garras fétidas dos hereges
Sejam das terras eliminadas
Quem hoje pode dizer verdadeiramente
Que sua fé nunca fraquejou?
Qual o pescoço, tão treinado a rezar
Nunca iria fazer força contra a forca?
Essas rédeas que pavimentam o caminho
Em direção ao reinado radiante do nosso patrono
Então, qual abandonado ordenado pela graça
O destino verá ser morto sob o altar?
Pelo o que temos nós para dar
Uma vez que moeda e labuta forem gastos?
Para nada temos nós para viver
Senão campos a serem lamentados
Será o mero fim não ascendido
Aonde nossos corpos levaram a nós?
Os mortos em descanso estão podres
Não com os podres nós pertencemos
Mas carne, livremente legada
Dá à vida um propósito maior
Na morte, um significado mais profundo
Eterno serviço devoto
A semeação precede a colheita
Façam uma fila, quem é o primeiro?
Todos vocês decidiram se converter
Então, me digam, por que estão tão nervosos?
Pelo o seu fervor foi escolhido pelo destino
Para saciar a besta
Nas correntes, ele espera abaixo
Assim como espera para ser libertado
Celebramos em chamas abençoadas
Então comecem a rezar e sentem-se
E jurem-se ao nome dele
Do contrário será servido no banquete
Deixe sua fé permanecer inabalável
Nas crenças de nosso monastério
Vocês não têm direito a consagração
Quando há cofres para serem lubrificados
Continue crente em sua deidade
Sua profecia e sacerdote
Pelo o carneiro pode ser o pastor
Mas o rebanho está sendo o tosquiado
No fundo da escuridão da floresta
Onde segredos dormem
Nos servimos Àquele Que Espera Abaixo
Dê a carne, busque ascenção
Do cordeiro que pastoreia os carneiros
Na escuridão da floresta
Nós juramos nossas vidas
Sábios dizem que a fé é cega
Braços ao alto em sacrifício
Cubra os nossos olhos com lã