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Doce Palhaçinha

The Succubus Tavern

Dulce payasita

Que es lo que ven mis ojos
Es acaso un ángel
No puede ser en este infierno
Entonces es un dulce demonio
Oh payasita!

Mis manos sangran al soñar con tu cuerpo
Soy carne torcida, soy yaga sumisa
Desde la penumbra me arrastro hacia ti
Eres mi droga, mi fiebre, mi fin

Cada paso tuyo me rompe la calma
Cada mirada me arranca el alma
Dicen que es sucio, que es un error
Pero en mi obsesion yo siento calor

Dulce payasita
Eres mi plaga y mi bendición
Tierna payasita
Mi locura, mi rendicion
Hermosa payasita
Aunque sé que no deberia
Inocente payasita
Mi veneno, mi delerio
Jamás te dejaria

La razón, suplica que escape de ti
Pero tu perfume me obliga a seguir
Tu voz me atraviesa como un cuchillo
Y veo tu sombra mi único brillo

Vivo en el circo, pero eres el centro
Cada funcion me quema por dentro
Eres un altar, eres mi prisión
Mi risa torcida, mi única canción

Me pierdo en tu rastro, en tu maquillaje
Soy un monstruo hambriento que no tiene escape
Tu risa me enferma, tu llanto me eleva
Soy preso orgulloso de mi propia cadena

Dulce payasita
Eres mi plaga y mi bendición
Tierna payasita
Mi locura, mi rendicion
Hermosa payasita
Aunque sé que no deberia
Inocente payasita
Mi veneno, mi delerio
Y aunque me
Destruyas serás mía

Soy un ser roto devorado en pasión
Un esclavo ciego de mi obsesion
Aunque tu risa nunca sea mía
Prefiero la fiebre, a perderte algún día

Doce Palhaçinha

O que é que meus olhos veem
É um anjo, talvez?
Não pode ser neste inferno
Então é um doce demônio
Oh, palhaçinha!

Minhas mãos sangram ao sonhar com seu corpo
Sou carne torta, sou uma ferida submissa
Da penumbra eu me arrasto até você
Você é minha droga, minha febre, meu fim

Cada passo seu quebra minha calma
Cada olhar seu arranca minha alma
Dizem que é sujo, que é um erro
Mas na minha obsessão eu sinto calor

Doce palhaçinha
Você é minha praga e minha bênção
Ternura de palhaçinha
Minha loucura, minha rendição
Linda palhaçinha
Embora eu saiba que não deveria
Inocente palhaçinha
Meu veneno, minha delírio
Jamais te deixaria

A razão implora que eu fuja de você
Mas seu perfume me obriga a continuar
Sua voz me atravessa como uma faca
E vejo sua sombra, meu único brilho

Vivo no circo, mas você é o centro
Cada apresentação me queima por dentro
Você é um altar, você é minha prisão
Meu sorriso torto, minha única canção

Me perco em seu rastro, em sua maquiagem
Sou um monstro faminto que não tem saída
Sua risada me adoece, seu choro me eleva
Sou um prisioneiro orgulhoso da minha própria corrente

Doce palhaçinha
Você é minha praga e minha bênção
Ternura de palhaçinha
Minha loucura, minha rendição
Linda palhaçinha
Embora eu saiba que não deveria
Inocente palhaçinha
Meu veneno, minha delírio
E mesmo que me
Destrua, você será minha

Sou um ser quebrado devorado pela paixão
Um escravo cego da minha obsessão
Embora sua risada nunca seja minha
Prefiro a febre a te perder algum dia

Composição: The succubus Tavern