La empuje...
La empuje
Si la empuje
Mis manos aun tiemblan
Su risa se quebro en un grito
Y las gradas, la devoraron
Cayo rodando entre luces y risas
Un muñeco roto, en escaleras malditas
Su cuello chasqueo, como un aplauso fatal
Y el circo entero guardo silencio sepulcral
Yo, su monstruo, su amante secreto
Manche de rojo mi único sueño
Tenía familia, tenía calor
Y en un segundo, lo converti en horror
Payasita mía, cadaver pintado
Soy el asesino que nunca soñamos
El circo me odia, me quiere colgar
Pero a dónde huir si ya no hay hogar
Los trapecios lloran, la carpa gime
Los tambores anuncian mi crimen
Ellos me siguen me apuntan me gritan
Soy la aberracion, la peste maldita
Yo solo quería, tu risa en mis manos
Pero la quebre, la lance al pantano
El circo es mi carcel, mi condena, mi cruz
Y los reflectores me marcan la tumba en su luz
El telon se abre
Y yo soy el payaso final
El monstruo que ríe con lágrimas negras
Los niños lloran, los viejos escupen
Los domadores me clavan sus latigos de odio
Y a dónde iré, quien abrazara a un freak que destroza su amor
No hay hogar, no hay aplauso
Solo el rugido de bestias esperando mi carne
Payasita mía, muñeca quebrada
Yo fui tu verdugo, con manos heladas
El circo me expulsa, me quiere quemar
Pero yo elijo el festin de los leones, mi final
Camino despacio, la carpa respira
Los leones sonrien, abren sus fauces divinas
Que mi sangre pinte la arena sagrada
Que mi muerte cierre la funcion macabra
Al fin, seré parte del espectaculo
O empurrão...
O empurrão
Se eu empurrei
Minhas mãos ainda tremem
Seu riso quebrou em um grito
E as arquibancadas, a devoraram
Cai rolando entre luzes e risadas
Um boneco quebrado, em escadas amaldiçoadas
Seu pescoço estalou, como um aplauso fatal
E o circo inteiro guardou silêncio sepulcral
Eu, seu monstro, seu amante secreto
Manchei de vermelho meu único sonho
Tinha família, tinha calor
E em um segundo, transformei em horror
Minha palhacinha, cadáver pintado
Sou o assassino que nunca sonhamos
O circo me odeia, quer me enforcar
Mas pra onde fugir se já não há lar
Os trapézios choram, a tenda geme
Os tambores anunciam meu crime
Eles me seguem, me apontam, me gritam
Sou a aberração, a peste maldita
Eu só queria, seu riso em minhas mãos
Mas eu quebrei, joguei no pântano
O circo é minha prisão, minha condenação, minha cruz
E os refletores marcam minha tumba em sua luz
O pano se abre
E eu sou o palhaço final
O monstro que ri com lágrimas negras
As crianças choram, os velhos cuspem
Os domadores cravam seus chicotes de ódio em mim
E pra onde irei, quem abraçará um freak que destrói seu amor
Não há lar, não há aplauso
Só o rugido de feras esperando minha carne
Minha palhacinha, boneca quebrada
Eu fui seu algoz, com mãos geladas
O circo me expulsa, quer me queimar
Mas eu escolho o banquete dos leões, meu final
Caminho devagar, a tenda respira
Os leões sorriem, abrem suas fauces divinas
Que meu sangue pinte a areia sagrada
Que minha morte feche a função macabra
Finalmente, serei parte do espetáculo
Composição: The succubus Tavern