The Demon of The Mire
In the murk od the firs and depth of the ponds a nameless horror did swell.
From whence it came and whither it shall go not the wisest man could tell.
Just one shuttered light through the darkness shines,
a lonesome hut at the fetid moor...
It is filled with fright and with hopeless whines from a boy, young and pure.
Winds howls - evil prowls
at the chamber door.
Fog rolls - dead souls
in the dark galore.
Wood crack - pitch black
at the chamber door.
Swamps brew - clouds spew
in the dark galore.
It is the demon of the mire, he shall rest for nevermore.
Whom he calls and haunts by ill desire, he shall rest for nevermore.
Through his realms he leads his ghostly choir, he shall rest for nevermore.
It is the demon of the mire, he shall rest for nevermore.
The boy it did consume, forever he will dwell in the malice of his doom...
Winds howls - evil prowls
at the chamber door.
Fog rolls - dead souls
in the dark galore.
Wood crack - pitch black
at the chamber door.
Swamps brew - clouds spew
in the dark galore.
It is the demon of the mire, he shall rest for nevermore.
Whom he calls and haunts by ill desire, he shall rest for nevermore.
Through his realms he leads his ghostly choir, he shall rest for nevermore.
It is the demon of the mire, he shall rest for nevermore.
O Demônio do Charco
No breu dos pinheiros e nas profundezas dos poços, um horror sem nome começou a crescer.
De onde veio e para onde irá, nem o homem mais sábio poderia dizer.
Apenas uma luz apagada brilha na escuridão,
um casebre solitário no charco fétido...
Está cheio de medo e de gemidos sem esperança de um garoto, jovem e puro.
Os ventos uivam - o mal espreita
na porta do quarto.
A névoa rola - almas mortas
na escuridão em profusão.
A madeira estala - escuridão total
na porta do quarto.
Os pântanos fervem - nuvens vomitam
na escuridão em profusão.
É o demônio do charco, ele nunca descansará.
A quem ele chama e assombra por desejo maligno, ele nunca descansará.
Por seus reinos, ele lidera seu coro espectral, ele nunca descansará.
É o demônio do charco, ele nunca descansará.
O garoto que ele consumiu, para sempre habitará na malícia de seu destino...
Os ventos uivam - o mal espreita
na porta do quarto.
A névoa rola - almas mortas
na escuridão em profusão.
A madeira estala - escuridão total
na porta do quarto.
Os pântanos fervem - nuvens vomitam
na escuridão em profusão.
É o demônio do charco, ele nunca descansará.
A quem ele chama e assombra por desejo maligno, ele nunca descansará.
Por seus reinos, ele lidera seu coro espectral, ele nunca descansará.
É o demônio do charco, ele nunca descansará.