Edge of the Map
I locked my soul in glass
Sealed it in blood-red wax
I cast it out to sea
In case they don't find me
Dear reader if my words survived
And I have not come back
Be sure I chased my fate
Past the edge of the map
Into the jaws of death we go and go and go
Here we go
And around, and around we go
Spinning webs, pulling threads of gold
Then a coin slips
Then the wind shifts
Embark
Now it's hunt or become the mark
Now it's steel flashes in the dark
Keep your wits up
And your eyes down
Inescapable destiny denied
Collapsed into your pride
The words heard on the wind
Were vapors of a lie
If you follow me
You're gonna sail until you pass the edge
Of every map
Across the sea
Into the blue oblivion
Where no man's been
You let the latent chaos roam
With death we go
Beast and man dare not behold
The hunger of the northern fold
Never let your courage fail
And tidal anger shan't prevail
Steel yourselves run up the mast
The sea has us alone at last
Every man pray for the shore
May ne'er we see the ocean floor
Forget now the touch of land (forget the old land)
And pray ye see your homes again (and pray for your homes)
Never let your eyes find peace
Until the ocean's maw ye leave
Heave n ho for north we go (you'll never find peace until you)
To sail the nightmare past the shore
Cast away farewell the day (escape from the maw)
And flee before the ocean fray
If you follow me
You're gonna sail until you pass the edge
Of every map
Across the sea
Into the blue oblivion
Where no man's been
You live life on your knees
Bound hand and foot to your father
Well it looks to me
Like you're cannon fodder
Yeah cannon fodder
Eyes up, up, up, up, up
Here there be monsters
At every turn there's peril
So don't listen to the sirens
Singing out for
Sweet, deep sleep
If you don't turn your back it's
Death, death, death, death
À Beira do Mapa
Eu tranquei minha alma em vidro
Selada em cera vermelha como sangue
Eu a lancei ao mar
Caso não me encontrem
Caro leitor, se minhas palavras sobreviveram
E eu não voltei
Saiba que eu persegui meu destino
Além da beira do mapa
Para as garras da morte vamos, vamos, vamos
Aqui vamos nós
E ao redor, e ao redor vamos
Tece teias, puxando fios de ouro
Então uma moeda escorrega
Então o vento muda
Embarque
Agora é caçar ou se tornar a marca
Agora é aço brilhando na escuridão
Mantenha a cabeça erguida
E os olhos baixos
Destino inescapável negado
Colapsado em seu orgulho
As palavras ouvidas no vento
Eram vapores de uma mentira
Se você me seguir
Vai navegar até passar a beira
De todo mapa
Através do mar
Para o azul do esquecimento
Onde nenhum homem esteve
Você deixa o caos latente vagar
Com a morte vamos
Besta e homem não ousam olhar
A fome do norte
Nunca deixe sua coragem falhar
E a raiva das marés não prevalecerá
Preparem-se, subam no mastro
O mar nos deixou sozinhos, finalmente
Cada homem reze pela costa
Que nunca vejamos o fundo do oceano
Esqueça agora o toque da terra (esqueça a terra antiga)
E reze para ver suas casas novamente (e reze por suas casas)
Nunca deixe seus olhos encontrarem paz
Até deixar a boca do oceano
Heave n ho, para o norte vamos (você nunca encontrará paz até)
Navegar pelo pesadelo além da costa
Despedida, adeus ao dia (escape da boca)
E fuja antes da fúria do oceano
Se você me seguir
Vai navegar até passar a beira
De todo mapa
Através do mar
Para o azul do esquecimento
Onde nenhum homem esteve
Você vive a vida de joelhos
Amarrado de mãos e pés ao seu pai
Bem, parece pra mim
Que você é carne de canhão
É, carne de canhão
Olhos pra cima, pra cima, pra cima, pra cima, pra cima
Aqui há monstros
A cada esquina há perigo
Então não ouça as sereias
Cantando por
Um doce, profundo sono
Se você não virar as costas é
Morte, morte, morte, morte