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Carmilla

Thorns Of The Carrion

Carmilla

Her eyes they burn, black as night
Like dreams draped in sylvan horizon
As shadows over the deep forest
She arrived in peaceful sleep..
Forgive me not, for I welcomed this deceit

I forged the joy, In the ruins of...

Among the broken stained glass I found life
The crumbling stones were as my youth
In ivy they laid as lilies upon the streams
For I saw the black swans as beauty
The hallowed view, the winding road of time
I dreams in gray, I dreamed alone...

Yet still her eyes spoke to me the sadness of
A life, of fear, of sorrow, the portrait of silence

And all I knew was sadness in the *pall* light of death
The funeral march passed as slowly as autumn days
The hymn was sung so bittersweet
so like winters tragic song
I shed somber tears of pride, yet she wore no pain

Yet still her eyes spoke to me the sadness of
A forgotten time of happiness that an never again be

Carmilla, I saw your face in the candle's flame
Carmilla, I felt your gaze and your languid embrace
Carmilla, I heard your laugh across the darkened walls
Carmilla, I knew your grin in the twilight of my death

Yet still her eyes spoke to me the sadness of
A weary heart for life and the scarlet tears we shed

The ruins of life lay within the tears
Yet still her eyes spoke to me the sadness of
For all she has loved, all she has known, At last must die...

Carmilla

Seus olhos queimam, negros como a noite
Como sonhos envoltos no horizonte verdejante
Como sombras sobre a floresta profunda
Ela chegou em um sono tranquilo..
Não me perdoe, pois eu acolhi essa traição

Eu forjei a alegria, nas ruínas de...

Entre os vitrais quebrados eu encontrei vida
As pedras em ruínas eram como minha juventude
Em heras se deitavam como lírios sobre os riachos
Pois eu vi os cisnes negros como beleza
A vista sagrada, a estrada sinuosa do tempo
Eu sonhei em cinza, eu sonhei sozinho...

Ainda assim, seus olhos me falavam a tristeza de
Uma vida, de medo, de dor, o retrato do silêncio

E tudo que eu conhecia era tristeza na luz *pálida* da morte
A marcha fúnebre passava tão devagar quanto os dias de outono
O hino foi cantado de forma tão agridoce
tão como a trágica canção do inverno
Eu derramei lágrimas sombrias de orgulho, mas ela não sentia dor

Ainda assim, seus olhos me falavam a tristeza de
Um tempo esquecido de felicidade que nunca mais será

Carmilla, eu vi seu rosto na chama da vela
Carmilla, eu senti seu olhar e seu abraço lânguido
Carmilla, eu ouvi sua risada ecoar pelas paredes escuras
Carmilla, eu conheci seu sorriso no crepúsculo da minha morte

Ainda assim, seus olhos me falavam a tristeza de
Um coração cansado pela vida e as lágrimas escarlates que derramamos

As ruínas da vida estão dentro das lágrimas
Ainda assim, seus olhos me falavam a tristeza de
Pois tudo que ela amou, tudo que conheceu, por fim deve morrer...