Don't Vote
Don't vote
Every four years the two-headed monster rises from its pit, and we have a choice between this head or that
Their party line separation is a phantasm haunting reason
It's a choice between this diseased hand or that diseased hand
We are criminals who defy law
They are criminals who defy freedom
Endless heads of a bureaucratic hydra, and so the smiling wounds we draw across each neck
While they lounge in the decadence of their capitols and dream up new rules of social conduct, we shall sink a knife in every Caesar
We shall aim our rifles and fire at every president, every senator, every statesman
Wake up
There won't be any change
In the sewer of capitalism, only the scum will rise
Não Vote
Não vote
A cada quatro anos, o monstro de duas cabeças emerge de seu abismo, e temos que escolher entre essa cabeça ou aquela
A separação das suas linhas partidárias é um fantasma que assombra a razão
É uma escolha entre essa mão doente ou aquela mão doente
Nós somos criminosos que desafiam a lei
Eles são criminosos que desafiam a liberdade
Cabeças sem fim de uma hidra burocrática, e assim as feridas sorridentes que desenhamos em cada pescoço
Enquanto eles se esparramam na decadência de seus capitólios e sonham com novas regras de conduta social, vamos cravar uma faca em cada César
Vamos apontar nossos fuzis e atirar em cada presidente, cada senador, cada estadista
Acorda
Não vai haver mudança
No esgoto do capitalismo, só a escória vai subir