On Demon Wings
On demon wings, the fall of night - Nocturnal beasts, begin to fight
under the wandering moon - Bear-footed hair disheveled
Canidia, Sagana, pale of face - Gathering bones
and the poisons calling the ancient witch
With the nails scratch the ground - Tear lamb to pieces
Blood is poured in the pit
To conjure, spirits of death, Canidia, Sagana!
In fury war, no mercy is taken - Spirits of night it's time to awaken
to conjure, spirits of death, Canidia, Sagana!
Spirits are calling, forlorn cries - Set ablaze the waxen image
Demon Godless arise!
Hecate, Godless of Hell is invoked - Snakes and hounds of hell appear
Invocation rouses the quiet
Calms the angry sea, I move forests
Bid the mountains quake, and release the souls mind
The deep earth groans, spirits arise from their tombs
Thee to bright moon, I banish - Destined to perish, Godless of Hell
I could no longer speak
On demon wings, the fall of night - Nocturnal beasts, awaken
Calms the angry sea, I move forests - Bid the mountains quake
My hands that hold the bowl - Now made footprints in the blood
And eggs smeared with blood of snakes - Fertile locust and Spain
Bones snatched from a starving bitch, scorched in the colchian flames
And the poisons calling the ancient witch
With the nails scratch the ground - Tear lamb to pieces
To conjure, spirits of death, Canidia, Sagana!
In fury war, no mercy is taken - Spirits of night it's time to awaken
Thee to bright moon, I banish - Destined to perish, Godless of Hell
I could no longer speak
On demon wings, the fall of night - Nocturnal beasts, awaken
On demon wings, in fury war - No mercy, Awaken!
Sobre Asas Demoníacas
Sobre as asas demoníacas, a queda da noite - Bestas noturnas, começam a lutar
sob a lua errante - Pés descalços, cabelo desgrenhado
Canidia, Sagana, pálida de rosto - Reunindo ossos
e os venenos chamando a antiga bruxa
Com as unhas arranho o chão - Despedaço o cordeiro
Sangue é derramado na cova
Para conjurar, espíritos da morte, Canidia, Sagana!
Na fúria da guerra, não há misericórdia - Espíritos da noite, é hora de acordar
para conjurar, espíritos da morte, Canidia, Sagana!
Espíritos estão chamando, gritos desesperados - Incendeie a imagem de cera
Deus demoníaco, levante-se!
Hecate, Deus sem Deus do Inferno é invocada - Cobras e cães do inferno aparecem
A invocação desperta o silêncio
Acalma o mar furioso, eu movo florestas
Faço as montanhas tremerem, e liberto as almas da mente
A terra profunda geme, espíritos surgem de seus túmulos
A ti, lua brilhante, eu banço - Destinados a perecer, sem Deus do Inferno
Eu não conseguia mais falar
Sobre as asas demoníacas, a queda da noite - Bestas noturnas, acordem
Acalma o mar furioso, eu movo florestas - Faço as montanhas tremerem
Minhas mãos que seguram a tigela - Agora deixaram pegadas no sangue
E ovos untados com sangue de cobras - Gafanhoto fértil e Espanha
Ossos arrancados de uma cadela faminta, queimados nas chamas colchianas
E os venenos chamando a antiga bruxa
Com as unhas arranho o chão - Despedaço o cordeiro
Para conjurar, espíritos da morte, Canidia, Sagana!
Na fúria da guerra, não há misericórdia - Espíritos da noite, é hora de acordar
A ti, lua brilhante, eu banço - Destinados a perecer, sem Deus do Inferno
Eu não conseguia mais falar
Sobre as asas demoníacas, a queda da noite - Bestas noturnas, acordem
Sobre as asas demoníacas, na fúria da guerra - Sem misericórdia, Acordem!