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Motos Colhem Alamandas

Tiago Malta

Letra

    No corre da estrada sentindo o vento entre os dedos
    Sentindo o coração pulsar e o esturro das motos
    Sou a suçuarana atrás da preza!
    Trago uma harpia em meus olhos!
    Eu não nasci para ser jaula, eu sou a deixa

    Indo em bando entre horizontes e BR's
    Entre o entroncamento do destino e o desejo
    Eu sigo em frente sem olhar para trás
    Os que tentaram perderam a direção, são estatísticas

    Atento, firmando o olho seco
    Viver em bando, realidade simbiôntica
    Responsabilidades e obrigações ancestrais
    Sumir e que o mundo exploda!

    Tomar cuidado com novos caminhos
    Pois na curva qualquer, tudo é impreciso
    Mas estamos junto
    Com mais forças de prosseguir
    É assim que queremos continuar

    Esse é um mundo a ser explorado
    Garotas e garotos esperando seus garotos e garotas
    Alimentamos de Sol quando há Sol
    E chuva quando há chuva
    Calma, já estamos a caminho
    Eu olhei pela janela do bar e avistei meu futuro

    Pegamos as motos e voltamos para a estrada
    Passar pelas velhas ruínas da cidade
    As casas escuras iluminadas pelas nossas auras
    A primeira flor que encontrei era falsa
    Mas volto a estrada, pegarei outra para você
    Quando voltar, te chamarei aos berros

    Os próximos passos envolverão mais que isso
    Terão cidades agudas e brilhantes
    Estamos indo desde sempre
    Mesmo que nunca, sempre estamos lá
    Colherei alamandas na beira da estrada
    E dormirei entre elas para sempre


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