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Malunga Léa - Rapsódia de uma Deusa Negra

Tinga

Ê povo de ganga ê
Bate o tridente que esse palco vai tremer
Ê Exu laroyê
Abre os caminhos pra malunga percorrer
E fazer revolução pretejar o pensamento
Resistir à opressão, consagrar seu nascimento
No tablado do teatro o destino lhe sorriu
E saiu do anonimato, pra ser muito mais Brasil
Assentada no teatro jamais se entregou
Mostrou de fato, que não há escravo e nem senhor

Kaô meu pai, chama justiceira
Na ribalta ou na pedreira
Queima todo preconceito
Imperador toca a lira de Orfeu
O negro venceu!
E pra Léa meu respeito

O dom de encenar, protagonizar
Se destacar na ginga e na raça
Provar a casa grande
Quem é baobá não teme mordaça
Viva chico rei! Viva nega Xica!
Yabá firma o ponto na canjira
Ancestralidade, retinta verdade
Marcada no olhar
Vai brilhar nos braços de olorum
Hoje seu talento é premiado
Em cada preta sua história, seu legado

Arroboboi Oxumarê
Arroboboi Oxumarê ô
A mocidade é nossa morada de axé
Malunga gira no candomblé

Composição: Silas Augusto / Cláudio Russo / Rafa Do Cavaco / TURKO / Zé Paulo Sierra / Fábio Souza / Luís Jorge / Dr. Elio / Bruno Giannelli. Essa informação está errada? Nos avise.

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