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Falo a Língua da Destruição

To Each His Own

I Speak The Language Of Destruction

I can no longer hear the mourning whispers
Of havoc that I once embraced.
In the shadows of memories
Of what could have been.
The stinging pain of paths not taken is one that I will never forget.
In my treachery I find solace and comfort.
It does not require responsibility
Or action for the steps I have elected.
With such vigor and fear I tread deeper into
The nothingness that will surely consume my life.
A poetic irony leads me by the hand.
In such dim light
(Relieve you of my sin and dread what's to come of me.)
It is easy to convince myself
That this life was always that, of which I was destinedm
Brutal, short, and empty
My affliction is, at last glance not the fault
Of tradition, but my own burden.
So with my last goodbye
I ask you not to hate me for what I was, or what I am.
Seek deep in your soul the trust that I will be free.
Forget everything you thought you knew about me.
(The last attempt to redeem myself from bleak revulsion. I see what I must do.)

Falo a Língua da Destruição

Não consigo mais ouvir os sussurros de lamento
Do caos que um dia abracei.
Nas sombras das memórias
Do que poderia ter sido.
A dor aguda dos caminhos não trilhados é algo que nunca esquecerei.
Na minha traição encontro consolo e conforto.
Não exige responsabilidade
Ou ação pelos passos que escolhi.
Com tanto vigor e medo, me aprofundo
No nada que com certeza consumirá minha vida.
Uma ironia poética me guia pela mão.
Em uma luz tão fraca
(Libere-me do meu pecado e tema o que virá para mim.)
É fácil me convencer
De que esta vida sempre foi o que eu estava destinado.
Brutal, curta e vazia
Minha aflição é, à primeira vista, não é culpa
Da tradição, mas do meu próprio fardo.
Então, com meu último adeus
Peço que não me odeie pelo que fui, ou pelo que sou.
Busque fundo na sua alma a confiança de que eu serei livre.
Esqueça tudo que você achou que sabia sobre mim.
(O último esforço para me redimir da repulsa sombria. Eu vejo o que devo fazer.)