(Upon) Seas Of Starvation
Upon seas of starvation
Cast away and confused
Where no beacon can pervade the mist
But I have set sail to harder storms
The wind roars thunder
And whispers the word of wolves
Hunger
Dearest vile
Lay your ears to the voice of the wind
Like a familiar stranger
Who has overstayed his welcome
I craft my doom
The daily world fell dead to me
The seas of starvation flood in my name
I craft my doom and burst into tears
A stream, an ocean, a dead-end in tears
The tongue used in prayer
Makes murder sound so sensual
A kiss with a searing pain
From a mouth that urges oceans to rise
The hopeless sail abandoned
Downwards drowning always deeper
In the blink of an eye swept from the sea
Sobre Mares de Fome
Sobre mares de fome
Lançado ao léu e confuso
Onde nenhum farol pode atravessar a névoa
Mas eu naveguei para tempestades mais fortes
O vento ruge como trovão
E sussurra a palavra dos lobos
Fome
Querido vil
Coloque seus ouvidos na voz do vento
Como um estranho familiar
Que já ficou tempo demais
Eu forjo minha ruína
O mundo cotidiano morreu para mim
Os mares de fome inundam em meu nome
Eu forjo minha ruína e explodo em lágrimas
Um riacho, um oceano, um beco sem saída em lágrimas
A língua usada na oração
Faz o assassinato soar tão sensual
Um beijo com uma dor ardente
De uma boca que incita os oceanos a se erguerem
A vela sem esperança abandonada
Afundando sempre mais fundo
Num piscar de olhos, varrido do mar