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Ninguém Sabe

TOBIKA

NADIE LO SABE

Despierto de nuevo sin respirar, hoy la abuela murió
Todos los nietos llorando, gritando, trece mensajes de voz
La gitana re loca tumbada en el suelo mezcla las cartas de tarot
La mama en el barro, hundida gritando: ¿Cómo carajo murió?

Yo no lo sé, mamá
Nadie lo sabe
Yo no lo sé, mamá
Nadie lo sabe, nadie lo sabe
Yo no lo sé, mamá
Nadie lo sabe
Yo no lo sé, mamá
Nadie lo sabe, nadie lo sabe

Diez trajes negros y el cajón de la abuela
Un solo fierro que apunta y no erra (uno solo)
Tres dogos sueltos que me muerden las piernas
Un, dos, tres, que comience la guerra

El mudo está falando, el sordo está escuchando y acá ya no importa la vida
Vida de milagros, pura fantasía, se le abrió un ojo a una china
¿Cuántos dinosaurios van a desaparecer?
Por lo nietos orando, por las abuelas rezando

Yo no lo sé, mamá
Nadie lo sabe
Yo no lo sé, mamá
Nadie lo sabe, nadie lo sabe
Yo no lo sé, mamá
Nadie lo sabe
Yo no lo sé, mamá
Nadie lo sabe, nadie lo sabe

Nadie lo (nadie lo), nadie lo (nadie lo)
Nadie lo (nadie lo), sabe (sabe)
Nadie lo (nadie lo), madie lo (nadie lo)
Nadie lo vio, nadie lo vio
Nadie lo (nadie lo), nadie lo (nadie lo)
Nadie lo (nadie lo), sabe (sabe)
Nadie lo (nadie lo), nadie lo (nadie lo)
Nadie lo (nadie lo), sabe (sabe)

Despierto de nuevo sin respirar, hoy la abuela murió
Todos los nietos llorando, gritando, trece mensajes de voz
La gitana re loca mezcla las cartas de tarot
La mamá en el barro, hundida gritando: ¿Cómo carajo murió?

Yo no lo sé, mamá
Nadie lo sabe
Yo no lo sé, mamá
Nadie lo sabe, nadie lo sabe
Yo no lo sé, mamá
Nadie lo sabe
Yo no lo sé, mamá
Nadie lo sabe, nadie lo sabe

Ninguém Sabe

Acordo de novo sem respirar, hoje a vovó morreu
Todos os netos chorando, gritando, treze mensagens de voz
A cigana doida deitada no chão mistura as cartas de tarô
A mãe no barro, afundada gritando: Como diabos ela morreu?

Eu não sei, mãe
Ninguém sabe
Eu não sei, mãe
Ninguém sabe, ninguém sabe
Eu não sei, mãe
Ninguém sabe
Eu não sei, mãe
Ninguém sabe, ninguém sabe

Dez trajes pretos e o caixão da vovó
Uma única arma que mira e não erra (só uma)
Três cães soltos que mordem minhas pernas
Um, dois, três, que comece a guerra

O mudo tá falando, o surdo tá ouvindo e aqui já não importa a vida
Vida de milagres, pura fantasia, um olho se abriu pra uma chinesa
Quantos dinossauros vão desaparecer?
Pelos netos orando, pelas avós rezando

Eu não sei, mãe
Ninguém sabe
Eu não sei, mãe
Ninguém sabe, ninguém sabe
Eu não sei, mãe
Ninguém sabe
Eu não sei, mãe
Ninguém sabe, ninguém sabe

Ninguém sabe (ninguém sabe), ninguém sabe (ninguém sabe)
Ninguém sabe (ninguém sabe), sabe (sabe)
Ninguém sabe (ninguém sabe), ninguém sabe (ninguém sabe)
Ninguém viu, ninguém viu
Ninguém sabe (ninguém sabe), ninguém sabe (ninguém sabe)
Ninguém sabe (ninguém sabe), sabe (sabe)
Ninguém sabe (ninguém sabe), ninguém sabe (ninguém sabe)
Ninguém sabe (ninguém sabe), sabe (sabe)

Acordo de novo sem respirar, hoje a vovó morreu
Todos os netos chorando, gritando, treze mensagens de voz
A cigana doida mistura as cartas de tarô
A mãe no barro, afundada gritando: Como diabos ela morreu?

Eu não sei, mãe
Ninguém sabe
Eu não sei, mãe
Ninguém sabe, ninguém sabe
Eu não sei, mãe
Ninguém sabe
Eu não sei, mãe
Ninguém sabe, ninguém sabe

Composição: Gastón Lopez Estevez