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Elegia 3: Elegia da Consciência

Tom Drummond

Letra

    "Não me acho em razões sigo pois os
    Passos ditam o que pensar
    E mesmo ao entender
    As cenas que devem verter
    Marcha insiste em me levar
    O que não sou eu
    O que é alheio a mim
    Roga por fim
    Não tarda a achar
    Se um erro sutil
    Deu vida a fraqueza e ao temor
    Só resta a mim devastar tantos
    Só restando os prantos

    O que não sou eu
    O que é alheio a mim
    Roga por fim
    Não tarda a achar
    Se um erro sutil
    Deu vida a fraqueza e ao temor
    Só resta a mim devastar tantos
    Só restando os prantos

    Segue o futuro da nação
    Pra que o chão possa recolher
    Seguem as honras de quem cumpriu seu dever

    Fronteiras e milhas nunca medem a ambição
    De quem quer poder
    Rastros de quem não quer perdão
    E sim, esquecer

    Não me acho em razões sigo pois os
    Passos ditam o que pensar
    E mesmo ao entender
    As cenas que devem verter
    Marcha insiste em me levar

    O que não sou eu
    O que é alheio a mim
    Roga por fim
    Não tarda a achar
    Se um erro sutil
    Deu vida a fraqueza e ao temor
    Só resta a mim devastar tantos
    Só restando os prantos

    O que não sou eu
    O que é alheio a mim
    Roga por fim
    Não tarda a achar
    Se um erro sutil
    Deu vida a fraqueza e ao temor
    Só resta a mim devastar tantos
    Só restando os prantos

    A filha, irmãs, amigos, preocupados pais
    As promessas a pagar
    A volta a brincadeira, o casamento e a paz
    Que insiste em não chegar

    Anseios que a morte já rendeu faz do fim
    Tanto relembrar
    Deixa em suspense os sonhos
    Que não vão se achar

    As preces alçadas por rancor
    Pedem dor, querem condenar
    Tantas as criações pra ferir,
    Pra matar

    Armas e tanques de brinquedo,
    Sem saber, me ensinavam a batalhar
    As guerras cessavam quando o almoço estava a vir
    Essa insiste em não cessar

    As cidades vão se curvando a tanto destroçar
    Faz-se o palco então pra tanto fim aqui se achar
    Do silêncio um ruir
    Tanta luz tanto brilho pouca cor
    Tanto alvo a atingir
    Tudo que eu teimo em fugir
    Leva até aqui
    Um corpo já cansado de insistir

    Pela paz imposta pela guerra
    A guerra que nos condenou
    E humilhou

    Toda derrota é fruto da impureza
    Essa que nos condenou
    E humilhou

    Nada é igual e nada é bem comum
    Eu peço com a opressão, conclusão
    Dessa forma eu levo a marcha
    Sem querer perdão

    O que não sou eu, o que é alheio a mim
    Roga por fim, não tarda a achar
    Se um erro sutil deu vida a fraqueza
    E ao temor só resta a mim devastar"


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