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Pedra Livre

Tomi Elusto

Piedra Libre

No hay más camino que aquel que nos toca caminar
Y entre olvidos rotos te creo, y me puedo crear
Y si me invento, me repito, te repito una vez más
No más piedra libre amor

Ya ves que la Libertad no es lo que crees
Es mucho más que rebeldía sin sentido ni sed
Conlleva responsabilidad, perseverancia y algo más
No más piedra libre amor

Porque no siempre para todo hay un porqué
Y el argumento que poco tiene que ofrecer
No logró convencer ni a su idiosincracia
Entre los vaivenes de tu humor
Mi azar lo ves, juega color
Y esto cada vez es menos democracia

Ya ves que para todo amor siempre hay un doler
Y la ignorancia (a veces) es difícil de comprender
No hay puertas sino buscas, solo ventas para apreciar
Que el mundo afuera sigue girando

Aprendí para todo dar un espacio
Que no congenia con mis ansias pero es necesario
Y si me pierdo en tu sonrisa, la dulzura de la brisa
Será broche perfecto del silencio
Si el insomnio es más escaso, es porque en tu abrazo
No hay distancias que importen mi amor

Piedra libre para el destino que quedó entre las guerras de soledad
Que nunca entendí cómo dar batalla
Pero entre tus ojitos miel, mi piel la ves a tu merced
Y mi voz se contempla oxigena en tu garganta
Porque no siempre para todo hay un porqué
Y el argumento que poco tuvo que ofrecer
No logró convencer ni a su idiosincracia
Entre los regates de tu piel tu sed sabes, a mi placer
Lo seduce consuela y desarma ante tu audacia

Pedra Livre

Não há outro caminho senão aquele que temos que caminhar
E entre esquecimentos quebrados eu acredito em você, e posso me criar
E se eu me invento, me repito, repito mais uma vez
Chega de amor sem pedras

Você vê que a liberdade não é o que você pensa
É muito mais do que rebelião sem sentido ou sede
É preciso responsabilidade, perseverança e algo mais
Chega de amor sem pedras

Porque nem sempre há um motivo para tudo
E o argumento que tem pouco a oferecer
Ele não conseguiu convencer nem mesmo sua idiossincrasia
Entre as oscilações do seu humor
Minha chance de você ver isso, joga cores
E isso é cada vez menos democracia

Você vê que para todo amor há sempre uma dor
E a ignorância (às vezes) é difícil de entender
Não há portas, mas você procura, apenas vendas para valorizar
Que o mundo exterior continua girando

Aprendi a dar espaço para tudo
Isso não está de acordo com meus desejos, mas é necessário
E se eu me perder no seu sorriso, na doçura da brisa
Será o broche perfeito do silêncio
Se a insônia é mais rara, é porque em seu abraço
Não existem distâncias que importem meu amor

Pedra livre para o destino deixada entre as guerras da solidão
Que eu nunca entendi como lutar
Mas entre seus olhinhos, querida, você vê minha pele à sua mercê
E minha voz contempla oxigênio em sua garganta
Porque nem sempre há um motivo para tudo
E o argumento que pouco tinha a oferecer
Ele não conseguiu convencer nem mesmo sua idiossincrasia
Entre o gotejar de sua pele sua sede você sabe, para meu prazer
Seduz, consola e desarma antes de sua audácia

Composição: