Tengo Miedo
Abstracto, fuera de contexto
Te critican por mensaje de texto
Conseguiste un laburo honesto
Se queja un frustrado y no sabe de esta
No tiene sentido la vida
Pero seguro que tú ya lo sabías
¿Para qué servirá la posesia?
Si a nadie le importa si siempre es ambigua
Y allá van, muchos más
Tienen miedo y no lo quieren aceptar
Porque asusta la verdad
Y no saber dónde encontrarla asusta más
Y allá van, muchos más
Tienen miedo y no lo quieren aceptar
Porque asusta la verdad
Y no saber dónde encontrarla asusta más
(Jazz)
Pero es mentira, todo fuera de contexto
Nos sobran fotos y nos falta un manifiesto
Seguro que hay varios que se creen mis supestos
Y no ven que claramente, yo soy otro descompuesto
Indigesto, sin repuesto, a veces también me detesto
Lo importante está pospuesto ¿La fotito? Te la muestro!
Igual da gracia lo siniestro de poner tantos pretextos
Para tirar con algo nuestro
Y allá voy, con los demás
Tener un miedo y ya no da disimular
Porque asusta la verdad
Y no saber dónde encontrarla asusta más
Y allá vamos, para atrás
Tenemos miedo y quien lo niegue ya vendrá
Porque asusta la verdad
Pero pensar que ya no existe asusta más
Tuve miedo desde chico a ruidos fuertes, a dormir solo
Tengo más miedo cada día a vivir por inercia y por protocolo
Le tengo miedo a donde está yendo el mundo, al colapso ambiental
(Al poder más profundo) A no acordarme a la voz de mi abuela
Y le tengo tanto miedo a que morir me duela
A no saber a no saber aprovechar actitudes
Y perder la vida para que me aplaudan multitudes
Me dan terror los demás y su cinismo
Pero mucho más me asusta lo que pienso de mí mismo
Y tengo miedo y vos también
Y tengo miedo y vos también
Y tengo miedo y vos también
Y tengo miedo
Y tengo miedo
Y tengo miedo
Y vos tambien
Tenho Medo
Abstrato, fora de contexto
Te criticam por mensagem de texto
Conseguiu um trabalho honesto
Reclama um frustrado e não sabe disso
A vida não faz sentido
Mas com certeza você já sabia disso
Para que serve a poesia?
Se ninguém se importa quando ela é sempre ambígua
E lá vão, muitos mais
Têm medo e não querem admitir
Porque a verdade assusta
E não saber onde encontrá-la assusta ainda mais
E lá vão, muitos mais
Têm medo e não querem admitir
Porque a verdade assusta
E não saber onde encontrá-la assusta ainda mais
(Jazz)
Mas é mentira, tudo fora de contexto
Temos fotos de sobra e falta um manifesto
Com certeza há vários que acreditam em minhas suposições
E não veem claramente que eu sou outro desajustado
Indigesto, sem reposição, às vezes também me detesto
O importante está adiado, a foto? Eu te mostro!
Mesmo assim, é engraçado o sinistro de colocar tantos pretextos
Para jogar algo nosso fora
E lá vou eu, com os outros
Ter medo e não disfarçar mais
Porque a verdade assusta
E não saber onde encontrá-la assusta ainda mais
E lá vamos nós, para trás
Temos medo e quem negar virá também
Porque a verdade assusta
Mas pensar que ela não existe mais assusta ainda mais
Tive medo desde criança de barulhos altos, de dormir sozinho
Tenho mais medo a cada dia de viver por inércia e por protocolo
Tenho medo de para onde o mundo está indo, para o colapso ambiental
(Ao poder mais profundo) De não me lembrar da voz da minha avó
E tenho tanto medo de que a morte me doa
De não saber aproveitar atitudes
E perder a vida para que as multidões me aplaudam
Tenho medo dos outros e seu cinismo
Mas tenho muito mais medo do que penso de mim mesmo
E tenho medo e você também
E tenho medo e você também
E tenho medo e você também
E tenho medo
E tenho medo
E tenho medo
E você também