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Beijinhos ao Vento

Tony Lucca

Blowin Kisses

Lady's razor on the edge of the tub
Bobby pins up on the vanity's ledge
The faintest taste of your sweetness
On the sheets of this unmade bed
Connect the dots
I've traced this red line
Dash, not now once upon a time

Your laughter still bouncin' all around the room
Your stories clinging to my clothes
Dog ears indicate your favorite pages
Of a tale that spins like ivy as it grows
Fall asleep, I dream I'll rise again
Already miss you and I can't pretend
That I ain't scared to death
I reach to catch my breath
I fear I'll never be the same

Red eye in the sky
Brooklyn-bound you fly away
As I blow kisses at your plane
Feel the pain
The teardrops taste like rain that falls until we meet again

Beach sand still hiding in my blanket
Curly hairs now grace my pillowcase
Your favorite Ani record's still in the changer
And your sunshine still strewn about my place
Close my eyes, it's as if you were here
Open them wide and now its all too clear
That I'm still scared to death
Panic, I lose my breath
I know I'll never be the same

Blackbird in the sky
Straight for the sunrise, you fly
As I blow kisses in vain
Feel the pain
Drink it down like sweet champagne
Let's toast to till we meet again

Hours become days
And days become my weakness
Nights turn into eternity

Meanwhile, there's long love letters
Phone calls, sunlight blues
Try not to lose ourselves to love's uncertainty
Please...

Feel the pain
The teardrops taste like rain that falls
Until we meet again
Taste the pain
Drink it down like sweet champagne
And toast to till we meet again

Feel the pain
The distance grows like rain that falls
Until we meet again
Till we meet again
Till we meet again

(There's also this line that he either cut out or just forgot...)

Feel the pain
The distance grows like grain
No harvest until we meet again

Beijinhos ao Vento

Lâmina da lâmina na borda da banheira
Grampos em cima da prateleira da penteadeira
O leve gosto da sua doçura
Nos lençóis dessa cama desfeita
Conecte os pontos
Eu tracei essa linha vermelha
Corrida, não agora, era uma vez

Seu riso ainda ecoa por todo o quarto
Suas histórias grudadas nas minhas roupas
As páginas favoritas com as orelhas de cachorro
De um conto que se enrola como hera enquanto cresce
Adormeço, sonho que vou me levantar de novo
Já sinto sua falta e não posso fingir
Que não estou morrendo de medo
Eu estico a mão pra pegar meu fôlego
Temo que nunca serei o mesmo

Olho vermelho no céu
Rumo ao Brooklyn, você voa pra longe
Enquanto eu sopro beijinhos pro seu avião
Sinto a dor
As lágrimas têm gosto de chuva que cai até nos encontrarmos de novo

Areia da praia ainda escondida no meu cobertor
Cabelos cacheados agora enfeitam minha fronha
Seu disco favorito da Ani ainda tá no toca-discos
E seu sol ainda espalhado pela minha casa
Fecho os olhos, é como se você estivesse aqui
Abro bem e agora tá tudo muito claro
Que ainda estou morrendo de medo
Pânico, eu perco o fôlego
Sei que nunca serei o mesmo

Pássaro negro no céu
Direto pro nascer do sol, você voa
Enquanto eu sopro beijinhos em vão
Sinto a dor
Beba isso como um champanhe doce
Vamos brindar até nos encontrarmos de novo

Horas se tornam dias
E dias se tornam minha fraqueza
Noites viram eternidade

Enquanto isso, há longas cartas de amor
Telefonemas, blues de luz do sol
Tente não nos perdermos na incerteza do amor
Por favor...

Sinta a dor
As lágrimas têm gosto de chuva que cai
Até nos encontrarmos de novo
Sinta a dor
Beba isso como um champanhe doce
E brinde até nos encontrarmos de novo

Sinta a dor
A distância cresce como a chuva que cai
Até nos encontrarmos de novo
Até nos encontrarmos de novo
Até nos encontrarmos de novo

(Há também essa linha que ele cortou ou simplesmente esqueceu...)

Sinta a dor
A distância cresce como grãos
Sem colheita até nos encontrarmos de novo