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Cantiga Tropical

Tony Medeiros

Letra

    Neste norte distante, do meu Amazonas
    O rio um gigante que corre ligeiro
    É sempre o primeiro a chegar no mar
    O vento rasteiro, o ar quente e úmido

    Um vale profundo mexendo com a gente
    Um rio orgulhoso sereno e constante
    Corre sem parar pro rumo do mar
    Corre sem parar pro rumo do mar

    Este rio, esta terra, um palco de guerra
    Inundado de sangue
    O branco português invadiu o torrão
    E tingiu todo o chão de sangue baré
    Então Ajuricacaba o líder da taba

    Plantou sua força gritando primeiro
    Esta terra tem dono e é nosso este chão
    Este rio, esta mata, esta gente pacata
    Não quer lutar não

    E a tribo Baré perdeu a batalha
    Caindo na malha do branco invasor
    Preso Ajuricaba o guerreiro da taba
    Foi acorrentado e por fim sepultado
    No fundo do rio onde se lançou

    Laurauê lauê, lauê lauê larauá
    Laurauê lauê, lauê lauê larauá

    E o branco implantou a cidade Baré
    Rainha da gleba da taba da selva
    Desta gente de fé

    E a terra cabocla úmida e tropical
    Não é mais arraial
    E a terra cabocla úmida e tropical
    Não é mais arraial

    Laurauê lauê, lauê lauê larauá
    Laurauê lauê, lauê lauê larauá

    Composição: Luiz Medeiros / Tony Medeiros. Essa informação está errada? Nos avise.

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