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Sala de Monitoramento

TORIENA

Monitor Room

綺麗な赤い花束もいつか枯れてしまって
kirei na akai hanataba mo itsuka karete shimatte
Don’t you say 重なっていく過去が血と肉になって
Don’t you say kasanatte iku kako ga chi to niku ni natte
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tsuzuru tsugi no peeji wo

酷い悪夢で目が覚めて 起きる惰性 微温いシャワー
hidoi akumu de me ga samete okiru dasei biunui shawaa
どうせまた眠る頃に全て忘れてしまうでしょう
douse mata nemuru koro ni subete wasurete shimau deshou
鮮やかに映る街も一人じゃ意味なんかない
azayaka ni utsuru machi mo hitori ja imi nanka nai
鳴り止まぬ針の音が夜を焦らしていく
nariyamanun hari no oto ga yoru wo aserasite iku

Call my name and I shall miss you
Call my name and I shall miss you
アルコールランプで燃やして
aruko-ru ranpu de moyashite
存在の証明がしたい
sonzai no shoumei ga shitai
わざとらしいねと嗤う君の瞳が好き
wazatorashii ne to warau kimi no hitomi ga suki
曖昧なままの延長戦
aimai na mama no enchousen

駆け抜ける四季の中でこびり付く春の色
kakenukeru shiki no naka de kobiritsuku haru no iro
落としたくて擦る両手 吐く息は何処へ消えていくの
otoshitakute suru ryoute haku iki wa doko e kiete iku no
作られた色の髪もこの声も嘘なんかない
tsukurareta iro no kami mo kono koe mo uso nanka nai
うだる身体を集めて歌う夏の夜明け
udaru karada wo atsumete utau natsu no yoake

あなたがくれた花束もいつか枯れてしまって
anata ga kureta hanataba mo itsuka karete shimatte
Don’t you say 重なっていく過去が血と肉になって
Don’t you say kasanatte iku kako ga chi to niku ni natte
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tuzuru tsugi no peeji wo

Call my name and I shall miss you
Call my name and I shall miss you
アルコールランプで燃やして
aruko-ru ranpu de moyashite
見えない奥に潜む本音射抜いて
mienai oku ni hisomu honne inuite
苦悩、あと不確定な不安は全部もう燃やして
kunou, ato fukakutei na fuan wa zenbu mou moyashite
存在の証明がしたい
sonzai no shoumei ga shitai
わざとらしくていい
wazatorashikute ii
So just be yourself, every time forever
So just be yourself, every time forever
続くそれぞれの延長戦
tsuzuku sorezore no enchousen

Sala de Monitoramento

Até mesmo um lindo buquê de flores vermelhas murchará um dia
Não diga isso, o passado que se acumula se torna carne e sangue
Escrevendo a próxima página

Acordo de um pesadelo horrível, levanto por inércia, tomo um banho morno
De qualquer forma, quando eu for dormir de novo, provavelmente terei esquecido de tudo
Uma cidade refletida vividamente não tem sentido algum se estou sozinha
O som incessante dos ponteiros do relógio vai provocando a noite

Chame meu nome e eu sentirei sua falta
Queimando em uma lamparina a álcool
Eu quero provar a minha existência
Eu gosto dos seus olhos que riem e dizem: Isso é tão forçado, né?
Uma prorrogação que continua ambígua

A cor da primavera que gruda em meio às quatro estações que passam voando
Esfregando as duas mãos querendo limpá-la, para onde desaparece o suspiro que solto?
Não há nenhuma mentira no meu cabelo de cor artificial, nem nesta voz
Amanhecer de verão, cantando enquanto recolho meu corpo exausto

O buquê de flores que você me deu também murchará um dia
Não diga isso, o passado que se acumula se torna carne e sangue
Escrevendo a próxima página

Chame meu nome e eu sentirei sua falta
Queimando em uma lamparina a álcool
Atravesse os verdadeiros sentimentos que se escondem lá no fundo, onde não se pode ver
Angústia, e também todas as ansiedades incertas, queime tudo de uma vez
Eu quero provar a minha existência
Não tem problema se parecer artificial
Então apenas seja você mesma, todas as vezes, para sempre
Nossas respectivas prorrogações continuam