Alzypher Aztlan (part. Maniako, Nuco y Tm Zaiko)
STM
Vamos a hacerlo como antes
Cáigales, morrillos
Son nuevos
Lo que ustedes tienen de vida
Es lo que yo llevo rapeando
Cáigale con quien quieran
De aquí no me muevo
Agárreme de malas
Todo me atrevo
Me latió el barrio
Pero no me apendejé
Tú estás verde
Yo ya la dejé
No fue por miedo
Si no, me hubieran visto muerto
Paseando en un carro ajeno
Escucho sus pendejadas
Solo fuman frente a la gente
Y les da la paleteada
Nunca lanzaste una piedra
Mis compas se las fumaban
Le tiran a los tercos
Y de frente no dicen nada
Mi zona está pesada
Simón, no más la tuya
Muertes a diario
Muchos maleantes
Mucha pobreza
Quién compra, quién distribuye
Cuéntanos algo nuevo
Que no hayamos visto
Maestro N
Esta no se la esperaban
El maestro N
Mismo, pero más berraco
Dejé lo de guapo
Sigo en las mismas
Siempre reales, nunca sapo
Más tamaño, menos flaco
Más dinero, cero atracos
Tuve que pelarme
Por orden de tacos
Ojos chicos como en Japón
Tú eres chafa, eres de China
Otro vuelo, otra aerolínea
Hay rin en la oficina
Me miro fino
Porque la cosa está fina
Unos me dicen padrino
Y a mi esposa, la madrina
Madre mía
Qué maldito este flow
Camino de piedra
Se nos dio
Aprendimos de la calle
Todo se vivió
La guerreamos, se peleó
Le pegamos al mío
Bam, bam, bam, bam
Suena
Soltaron la cadena
Mi voz envenena
La escena del crimen
Checa cómo truena
De 15 la nena
Reunión de dioses
Parece la última cena
Maniako
¿Qué tranzas, perros?
Es el Maniako, Alzada
Ya ate las pres
Mi perro, se prendió el cerro
El pasado no entierro
Me aferro a la finanza
Soy un guerrillero
Desde cero, el más verguero
Compita, te soy sincero
Me volví un grosero
Un aguacero de nadie
Nada espero
Suelo ser certero
Tengo sed del mundo entero
Quiero dinero, dinero, dinero
Démosle fierro
Se ha llegado su entierro
El aguacero, el embustero
Lo derrito si caigo
Soy meteorito al radio
Adrio
Pinto sin un quinto
Mi mundo se puso tinto
Todo tan distinto
Un rapper como yo, está extinto
Amante del delito
Mala vida, no me quito
Me volví un maldito
Me los como de apetito
Transmito mi vibra
Poco a poquito
Si no escucha, lo repito
Rompí el prototipo
Toser One
Ya saben quién es el Toser One
Estoy cansado de perros doble cara
La gente sape
Y les ven la cara
Desde los tiempos de Aztlán
Para que la tengan clara
Marcamos época en Guadalajara
Nadie nos para
Vengo a repetir
Sin tanta lapia
Les dio rapia mirarnos
O hacernos menos por chamacos
Estamos grandes
¿Qué van a decir?
Sigo tomando wama
Tengo fama y lana en banco
Ustedes por envidiosos
Su cuenta en blanco
Tengo compas
Viendo sus cabezas con el franco
No valen la pena
Están sentados en el banco
No soy el que la lía
Rapero de coraza
Rapo hasta sin regalías
Más la mía
Le di la mano
A quien no te vería
Aka el Toser One
De la calle for real
Alzypher Aztlan (part. Maniako, Nuco e Tm Zaiko)
STM
Vamos fazer como antes
Caiam, moleques
São novos
O que vocês têm de vida
É o que eu levo rimando
Vem com quem quiser
Aqui não saio
Me segure se der ruim
Eu me atrevo a tudo
O bairro me chamou
Mas não me deixei levar
Você tá verde
Eu já deixei pra lá
Não foi por medo
Se não, teriam me visto morto
Passeando em um carro emprestado
Escuto suas besteiras
Só fumam na frente dos outros
E ficam se achando
Nunca jogou uma pedra
Meus amigos se viravam
Atiram nos teimosos
E na cara não falam nada
Minha área tá pesada
Sim, só a sua não
Mortes todo dia
Muitos bandidos
Muita pobreza
Quem compra, quem distribui
Conta algo novo pra gente
Que a gente não tenha visto
Mestre N
Essa eles não esperavam
O mestre N
Mesmo, mas mais brabo
Deixei de ser valentão
Continuo na mesma
Sempre real, nunca traíra
Mais tamanho, menos magro
Mais grana, zero assaltos
Tive que me afastar
Por ordem de tacos
Olhos pequenos como no Japão
Você é fraco, é da China
Outro voo, outra companhia
Tem rin na sala
Me vejo fino
Porque a coisa tá boa
Uns me chamam de padrinho
E minha esposa, de madrinha
Mãe do céu
Que flow maldito
Caminho de pedra
Nos deu certo
Aprendemos na rua
Tudo foi vivido
Lutamos, brigamos
Acertamos no meu
Bam, bam, bam, bam
Soa
Soltaram a corrente
Minha voz envenena
A cena do crime
Olha como estoura
De 15 a menina
Reunião de deuses
Parece a última ceia
Maniako
E aí, cachorros?
É o Maniako, Alzada
Já atei as presas
Meu irmão, o morro pegou fogo
O passado não enterro
Me agarro às finanças
Sou um guerrilheiro
Desde o zero, o mais brabo
Companheiro, sou sincero
Me tornei um grosso
Uma chuva de ninguém
Nada espero
Costumo ser certeiro
Tenho sede do mundo inteiro
Quero grana, grana, grana
Vamos com tudo
Chegou a hora do seu enterro
A chuva, o mentiroso
Eu derreto se cair
Sou meteorito no rádio
Adrio
Pinto sem um centavo
Meu mundo ficou tinto
Tudo tão diferente
Um rapper como eu, tá extinto
Amante do crime
Vida ruim, não me retiro
Me tornei um maldito
Meus desejos são vorazes
Transmito minha vibra
Pouco a pouco
Se não escuta, repito
Quebrei o protótipo
Toser One
Já sabem quem é o Toser One
Estou cansado de cachorros de duas caras
A galera entrega
E vê a cara deles
Desde os tempos de Aztlán
Pra que fique claro
Marcamos época em Guadalajara
Ninguém nos para
Vim pra repetir
Sem muita conversa
Eles ficaram com raiva de nos ver
Ou nos menosprezar por sermos jovens
Estamos grandes
O que vão dizer?
Continuo tomando wama
Tenho fama e grana no banco
Vocês, por invejosos
Sua conta tá zerada
Tenho amigos
Vendo suas cabeças com o franco
Não valem a pena
Estão sentados no banco
Não sou eu quem cria confusão
Rapper de armadura
Rimo até sem royalties
Mais a minha
Estendi a mão
Pra quem não te veria
Aka o Toser One
Da rua, de verdade