Dream House
(willcox/sidelnyc)
There's a house on the outskirts of Marlborough
Past the polly tea rooms
Hidden in the trees
That watch your every move
Consumed by birdsong
Over the bunker
Below radar
Away from the sports centre
City tip and parked cars.
Perched on a hillside
An undiscovered u.f.o.
A time thief
In mechanical conversation
Flashing beaming winking gleaming
At the gaping sky.
Throbbing with generation
Yet stalling your car
Burning all circuits
Among the standing stones
And old Sarum.
Real estate owner occupied
A growing concern
Attractive moods in the woodwork
Subsidence tolerated
The blinds hide the
Blushes fading adds maturity
Prime investment for the voyeur
Only jealously guarded.
The paint never peels
And the dust doesn't settle
On the linoleum-like substance
Across walls and floor.
Dark is the stage
No children live here
And no old die
Only silence prevails
Paranoid actors
Hide on the stairs
Little creatures
Cought in the thorns of the rose
Arbour helicopters, jets and siren
Wall reciting everry word that has
Ever brought a tree down
And bounce off the walls of the
Dream home whispering obscenities.
Casa dos Sonhos
(willcox/sidelnyc)
Tem uma casa nos arredores de Marlborough
Passando pelas casas de chá
Escondida nas árvores
Que observam cada movimento seu
Consumida pelo canto dos pássaros
Sobre o bunker
Abaixo do radar
Longe do centro esportivo
Lixão da cidade e carros estacionados.
Empoleirada em uma colina
Um u.f.o. não descoberto.
Um ladrão do tempo
Em conversa mecânica
Piscando, brilhando, reluzindo
Para o céu aberto.
Pulsando com a geração
Mas travando seu carro
Queimando todos os circuitos
Entre as pedras antigas
E o velho Sarum.
Proprietário de imóvel ocupado
Uma preocupação crescente
Humores atraentes na madeira
Subsistência tolerada
As cortinas escondem os
Rojões que desvanecem, trazem maturidade
Um investimento de primeira para o voyeur
Apenas guardado com ciúmes.
A tinta nunca descasca
E a poeira não se acumula
Na substância semelhante ao linóleo
Nas paredes e no chão.
Escuro é o palco
Nenhuma criança vive aqui
E nenhum velho morre
Apenas o silêncio prevalece
Atores paranóicos
Se escondem nas escadas
Criaturinhas
Presas nos espinhos da roseira
Helicópteros, jatos e sirenes
A parede recita cada palavra que já
Derrubou uma árvore
E ricocheteia nas paredes da
Casa dos sonhos sussurrando obscenidades.