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Além da Doença Carismática

Trails Of Anguish

Beyond Charismatic Sickness

I was dilapidated, but still backstabbed in bitterness
Though to had vanquished the disdain of living
I was assured I had overcome scorchful misery
But none ever really ceased, it compelled me in deceit
Lured me in existential anfractuosity
Emaciated the bareness of my will

Now I stare, enthralled by ravenous choirs of self-deprivation
Suffering the reminiscence of past injuries, or yet to come
For time has vanished, as well as love, here, in this (my) Necrodome
All that is left belches of apathy

Surrounding humans sometime befall to this aura
Intrigued by what seems grimly unattainable
Secretly wondering what is that chokes light
But there is no pride, for I'm sadness in its purest form
Even in my brightest effulgence, I was admonished
By mutters of purity, who've pierced my Armour of understandings

Oh, I begged for recrudescence, in this life, morose
Muted and blinded by darkness, which aggrieves me
For none has tasted the pernicious obscurity, as I did,
the conceited vengeance
We all sought, for it has dissipated in forgiveness
Tarnished grandeur I desecrate, from my fathomless scorn

I was given birth remorsefully in this antithetical reality
Surrounded by worthless contorted visages
Who seeks affability and compassion, through my depths
Who exist to justify my hatred, to cripple my dreams
Wounded shapes averting their gaze, furthermore from truth
Gagging in beatific haze, as their insignificance suppurates:

But who is skimming retribution?
Me? Who's secluded in this cold realm, of creeping calmness?
Or the ones masked behind dead lights of fulfillment?
I drift away in melancholy, passing by glancing hopes

Haunted by macabre flaring disgust
Where fragments of idle moments, are befouled with casual anguishes
Enticed by dying essence, of spectral lurkers
Feeling the liquidity of a soul unrested

Além da Doença Carismática

Eu estava dilapidado, mas ainda assim apunhalado pela amargura
Embora tivesse vencido o desprezo pela vida
Eu estava certo de que havia superado a miséria ardente
Mas nada realmente cessou, me forçou a enganar
Me atraiu para a anfractuosidade existencial
Emaciou a nudez da minha vontade

Agora eu olho, fascinado por coros vorazes de auto-depreciação
Sofrendo a lembrança de feridas passadas, ou ainda por vir
Pois o tempo desapareceu, assim como o amor, aqui, neste (meu) Necrodome
Tudo que resta é um arroto de apatia

Humanos ao redor às vezes caem nessa aura
Intrigados pelo que parece sombriamente inalcançável
Secretamente se perguntando o que sufoca a luz
Mas não há orgulho, pois sou a tristeza em sua forma mais pura
Mesmo na minha mais brilhante efusão, fui advertido
Por murmúrios de pureza, que perfuraram minha Armadura de entendimentos

Oh, eu implorei por recrudescência, nesta vida, morosa
Silenciado e cego pela escuridão, que me aflige
Pois ninguém provou a perniciosa obscuridade, como eu provei,
a vingança arrogante
Todos nós buscamos, pois se dissipou no perdão
A grandeza manchada que eu profano, do meu desprezo sem fundo

Fui dado à luz com remorso nesta realidade antitética
Cercado por rostos distorcidos e sem valor
Que buscam afabilidade e compaixão, através das minhas profundezas
Que existem para justificar meu ódio, para paralisar meus sonhos
Formas feridas desviando o olhar, ainda mais da verdade
Sufocando em uma névoa beatífica, enquanto sua insignificância supura:

Mas quem está buscando retribuição?
Eu? Quem está isolado neste reino frio, de calma rastejante?
Ou aqueles mascarados atrás das luzes mortas da realização?
Eu flutuo na melancolia, passando por esperanças fugazes

Assombrado por um nojo macabro e flamejante
Onde fragmentos de momentos ociosos, são contaminados por angústias casuais
Seduzido pela essência moribunda, de espectros espreitadores
Sentindo a liquidez de uma alma inquieta