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Revolução Das Flores

Trem do Futuro

Letra

    No canto de um conto, na rua dos espelhos
    Flores reclamam de aranhas que tecem
    Com a mente, um estratége fios
    Quando surgem do frio na neblina do cais
    Três homenzinhos no espaço,que sugam o sol
    Retalham a preza, jogam-lhe na mesa
    Pondo no prato o coração solar
    Sozinho e cortado, amarelo a pulsar

    Num canto de oposto, na rua dos obscenos
    Um mago acena, num silêncio que arde
    Corta a noite num gesto de mãos
    Quebra os espelhos e apaga a expressão.
    Eu odeio esse bruxo entroso, de corpo esguia
    Eu odeio sua mágica, seu amor de nada
    Eu odeio seu jardineiro e a sua criada
    Gritaram as flores todas pisadas

    No canto do encanto, ajuntara-se por dois elos
    Duas flores cresceram, bem mais que o escuro
    Eis que, uma noite as duas irmãs
    Lutaram com o mago e tomaram seu clã
    E cortaram suas asas, tomaram os dons
    Mentaram a noite, deram-lhe um tom
    Aranhas belas, teceram fios de néon
    E o homens no espaço, é o novo conde então
    Mereceram um outro sol, pra tapar seu coração

    Muitos querem saber, até que ponto
    Um conto é somente um conto
    Com aranhas e flores pisadas
    Homens que ganham manhas cansadas
    Ando vendo bruxos obscenas
    Num feixe real de repetidas senas

    Composição: Gilmar Moura / Paulo Rossglow. Essa informação está errada? Nos avise.

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