Los Kilmes
Cautivo en tierra extraña estoy, ahora que soy un prisionero
Aun retumba el grito aquel, grito de guerra de los míos
Soy de la sangre Calchaqui, hijo de Kilmes
Viento guerrero hijo del Sol
Mi padre me enseño a luchar junto a mis pares
La resistencia Calchaqui
Siglo y medio se enfrento mi pueblo al invasor
Barbarie liberal, nuestro exilio fue a pie al sur
Ni la codicia ni opresion
Del latigo europeo
Podran cambiar mi lucidez
Lo que por dentro siento
La mano del conquistador porta banderas de progreso
Colonialismo intelectual es el derecho del más fuerte
Voces de niños del Tafi cantan a coro
Al sangriento español
La Pachamama, nuestro Dios, la madre tierra
Algo que nunca entenderas
Con espada y religion llego la enfermedad
Juramos resistir, morir sin procrear esclavos
Ni la codicia ni opresion
Del latigo europeo
Podran cambiar mi lucidez
Lo que por dentro siento
Lo que por dentro siento
Ni la codicia ni opresion
Del latigo europeo
Podran cambiar mi lucidez
Lo que por dentro siento
Os Kilmes
Cativo em terra estranha estou, agora que sou prisioneiro
Ainda ecoa o grito, grito de guerra dos meus
Sou do sangue Calchaqui, filho de Kilmes
Vento guerreiro, filho do Sol
Meu pai me ensinou a lutar ao lado dos meus iguais
A resistência Calchaqui
Um século e meio meu povo enfrentou o invasor
Barbárie liberal, nosso exílio foi a pé para o sul
Nem a ganância nem a opressão
Do chicote europeu
Podem mudar minha lucidez
O que sinto por dentro
A mão do conquistador carrega bandeiras de progresso
Colonialismo intelectual é o direito do mais forte
Vozes de crianças de Tafi cantam em coro
Ao espanhol sangrento
A Pachamama, nosso Deus, a mãe terra
Algo que você nunca entenderá
Com espada e religião chegou a doença
Juramos resistir, morrer sem procriar escravos
Nem a ganância nem a opressão
Do chicote europeu
Podem mudar minha lucidez
O que sinto por dentro
O que sinto por dentro
Nem a ganância nem a opressão
Do chicote europeu
Podem mudar minha lucidez
O que sinto por dentro