Sotto Lo Sguardo Di Una Luna Selvaggia
Dolce e irriverente
Si posa il tuo sguardo sul mio costato ferito.
Gli echi della battaglia
Sono ancora nitidi nella mia provata mente.
Anche stanotte si può morire...
Ma è già calato il sipario
Sulla scena cara a Marte...
In marcia ancora...
Prima che l'alba arrivi...
Questa notte ho vinto.
Avanti, ancora, dunque!
Perchè in un assalto o si vince o si muore!
Che io abbia vinto lo colgo soltanto
Dallo sguardo che mi concedi.
La strada è ancora lunga,
Il fiato già corto.
La fresca rugiada dai riflessi turchesi
Il mio unico sollievo.
In marcia ancora...
Prima che l'alba arrivi...
Questa notte ho vinto.
Avanti, ancora, dunque!
Perchè in un assalto o si vince o si muore!
Sob o Olhar de uma Lua Selvagem
Doce e irreverente
Teu olhar se posa no meu lado ferido.
Os ecos da batalha
Ainda estão nítidos na minha mente cansada.
Até essa noite se pode morrer...
Mas já caiu a cortina
Sobre a cena querida a Marte...
Em marcha novamente...
Antes que a aurora chegue...
Essa noite eu venci.
Avante, mais uma vez, então!
Porque em um ataque ou se vence ou se morre!
Que eu tenha vencido só percebo
Pelo olhar que me dás.
A estrada ainda é longa,
O fôlego já curto.
A fresca orvalho com reflexos turquesa
Meu único alívio.
Em marcha novamente...
Antes que a aurora chegue...
Essa noite eu venci.
Avante, mais uma vez, então!
Porque em um ataque ou se vence ou se morre!