MUERTO EN MADRID
Ojalá volver atrás
Pintaron casas en la ciudad
Se llevaron todo, qué más da’
Teníamos tanto y ahora na’
Dame tu mano y empecemos a volar
Quisiera desaparecer
Pero no puedo obedecer
Contar flores se me hizo mi pasatiempo
Para serte sincero, si hay algo que pueda hacer para volver, juro lo intento
Cuantas veces me dijiste que esto iba a ser eterno
Pero te fuiste en el peor de mis momentos
Te fuiste con mis ganas de vivir
Ahora me encuentro muerto por Madrid
Ahora me encuentro muerto por Madrid
Y cuando tú te fuiste, patá' de la grulla
Mejor dejo que otro a mí me sustituya
Buscando aprobación, que era la tuya
Mejor que no te extrañes
Cuando el otro huya
Esperando no librar otra batalla
Pero posibilidad, ya no creo que haya
De hacer que algo de esto, ya no sea morralla
No pude cruzar aquella muralla (no pude cruzar aquella muralla)
Deja que te mime, deja que te escuche
Deja que te lo haga cuando yo me duche
Daría lo que sea por llenar el buche
Y ahora todo lo que hago me parece un cliche
Siempre te recuerdo cuando cae la noche
Siempre me pedías vestido de Dolce
Y ahora si pudiera te compraba doce, ahora ya no dejas ni que me recolce
Y si fuese por ti mejor ni que te roce
Si ahora cualquiera de mis colegas tose
Recuerdo lo que me decías aquella tarde
Fumando solos sentaditos en el parque
Noo, no, no, no, no, no, noo
Te fuiste y ni un perdón
Mi tumba bordo
En rojo y la selló
Si te bloqueé
¿A cambio de qué?
Tus lágrimas, ¿pa' quien?
Necesito aclares
Cambiabas de chat, ¿era pa' mí o pa' él?
Ni contestas al dm, pero todo el día enganchada al cel
Esperando que me caiga pa’ levantarme otra vez
Ya ni me dejas en visto, de la pantalla de bloqueo ya me lees
Sigo esperando el día que me hables para ver'
Te dado lo que nadie te dio
Canto en un vaso lleno de agua
Para no oirme yo (para no)
Para no oirme yo
Yo, regalos en el cajón
Tú hiciste una traición
Dibujamos en el árbol juntos nuestro corazón
Se canceló ese show
En verdad lo prometió
Pero las promesas no se cumplen, esta me falló
Me dijiste que el malo era yo
Yo te amé, pero tú a mí no
El corazón, roto me dejó
Me insultó, qué mal me sentó
Oye, sé que no nos hemos hablado desde hace un tiempo
Que no quieres saber de mí y eso
Pero quiero, que si mañana no estoy
Quiero que sepas que
Te he querido siempre
Y te cuidaré, allá donde esté
Pff
Y eso, cuídate
Te quiero
MORTO EM MADRI
Tomara que pudesse voltar
Pintaram casas na cidade
Levaram tudo, tanto faz
Tínhamos tanto e agora nada
Me dê sua mão e vamos começar a voar
Gostaria de desaparecer
Mas não posso obedecer
Contar flores virou meu passatempo
Para ser sincero, se houver algo que possa fazer para voltar, juro que tento
Quantas vezes você me disse que isso seria eterno
Mas você partiu no pior momento
Levou consigo minha vontade de viver
Agora me encontro morto em Madri
Agora me encontro morto em Madri
E quando você partiu, sem olhar para trás
Melhor deixar que outro me substitua
Buscando aprovação, que era sua
Melhor não se surpreender
Quando o outro fugir
Esperando não enfrentar outra batalha
Mas possibilidade, já não acredito que exista
De fazer com que algo disso não seja lixo
Não pude ultrapassar aquela muralha (não pude ultrapassar aquela muralha)
Deixe que eu te mime, deixe que eu te escute
Deixe que eu faça isso enquanto tomo banho
Daria qualquer coisa para encher o bucho
E agora tudo o que faço parece clichê
Sempre me lembro de você quando a noite cai
Sempre me pedia para vestir Dolce
E agora se pudesse te compraria doze, agora nem me deixa mais te abraçar
E se fosse por você, melhor nem te tocar
Se agora qualquer um dos meus amigos tossir
Lembro do que me dizia naquela tarde
Fumando sozinhos sentados no parque
Noo, não, não, não, não, não, não, nooo
Você partiu e nem um pedido de desculpas
Minha sepultura bordô
Em vermelho e selou
Se te bloqueei
Em troca de quê?
Suas lágrimas, para quem?
Preciso que esclareça
Mudava de chat, era para mim ou para ele?
Não responde as mensagens, mas o dia todo grudada no celular
Esperando que eu caia para me levantar de novo
Já nem me deixa no visto, da tela de bloqueio já me lê
Continuo esperando o dia em que me chamará para ver
Te dei o que ninguém te deu
Canto em um copo cheio d'água
Para não me ouvir (para não)
Para não me ouvir
Eu, presentes na gaveta
Você fez uma traição
Desenhamos juntos na árvore nosso coração
Aquele show foi cancelado
Realmente prometeu
Mas as promessas não se cumprem, essa me falhou
Disse que o vilão era eu
Eu te amei, mas você não a mim
O coração, partido me deixou
Me insultou, como me senti mal
Ei, sei que não nos falamos há um tempo
Que não quer saber de mim e isso
Mas quero, se amanhã não estiver mais aqui
Quero que saiba que
Sempre te amei
E cuidarei de você, onde quer que esteja
Pff
E isso, cuide-se
Te amo
Composição: Eloy Maestro González, Simón Peña Casas, Pau Gilabert Tomas, Álvaro Ortiz Gabaldon, Juan Camacho Mena